quarta-feira, 11 de abril de 2012

Beterraba em conserva


Eu nem sempre gostei de beterraba. Na minha casa, quando criança, não tínhamos o saudável hábito de comer beterraba, nem cenoura, nem abóbora (jerimum), aliás, nem verduras! Isso me parece hoje incomum, visto que a minha mãe vinha de um interior onde se praticava a agricultura rudimentar, de subsistência mesmo. Mas pq não plantavam essa raiz que hoje adoro levar a mesa para a minha família? Bem, quando comi pela primeira vez (em sopa), foi uma revelação! A minha língua ficou apaixonada por esta maravilha; quase não consegui parar de comer! Na época eu contava com 11 anos de idade e, de lá pra cá, só aumentou a minha paixão por essa maravilha (até o suco com laranja ou limão, eu faço)! A receita abaixo, eu encontrei para preservar ainda mais essa linda raiz, pois algumas vezes elas desaparecem do supermercado ou ficam velhas e moles. Mais informações sobre a Beterraba? INFORMAÇÕES

A beterraba é uma raiz utilizada na culinária e, principalmente na Europa, para a produção de açúcar.

Possui um formato semelhante a um pião e sua casca é de cor vermelha.

A beterraba possui uma grande quantidade de açúcares.

A beterraba é uma excelente fonte de vitaminas A, C e do complexo B.

Cada 100 gramas de beterraba possui, em média, 50 calorias.

Os principais sais minerais encontrados neste legume são: fósforo, potássio, zinco, magnésio e ferro.

A safra da beterraba ocorre entre os meses de agosto e fevereiro.

É muito utilizada na culinária para saladas, sucos e sopas.

CLASSIFICAÇÃO CIENTÍFICA

Reino: Plantae
Divisão: Magnoliophyta
Classe: Magnoliopsida
Ordem: Caryophyllales
Família: Amarantaceae
Gênero: Beta


Vamos a receita.
(Com a ajuda do livro bola completa de Preservação Home)

3 1/2 quilos de beterraba, bem lavadas
4 xícaras de vinagre branco
2 xícaras de água
3/4 de xícara de açúcar
2 colheres de sopa de sementes de cominho
2 colheres de chá de pimenta preta inteira

Coloque as beterrabas em uma panela grande. Cubra com água, tampe e deixe ferver. Abaixe o fogo médio e cozinhe até ficarem macias ( cerca de 30 minutos). Escorra as beterrabas e enxague-as sob a água. As cascas devem sair facilmente.
Esterilize seus potes de conserva agora se você não começou ainda. Certifique-se então de que possui frascos prontos para encher com 4 litros 1/2
Misture o vinagre, a água e o açúcar em uma panela grande. Leve à fervura, mexendo delicadamente para dissolver o açúcar. Mantenha-o em fogo baixo até que esteja pronto para usá-lo.
Corte as beterrabas em pedaços pequenos. Encha os frascos com as beterrabas e adicione uma pitada de sementes de cominho e pimenta para cada frasco. Encha o vidro com a solução salina quente sobre as beterrabas, permitindo que sobre um espaço da borda. Seque a borda do recipiente, vire o vidro já tampado para baixo e ferva por 30 minutos em banho maria. Esfriou. É só guardar na geladeira (de preferência). Deixe para usar depois de uns três dias.

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Eco vilas um conceito atual

Quanta maldade!

Mães - Anjos de Deus!


Mães Morrem Quando Querem
Por Alexandre Pelegi

Eu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez. Eu não a queria junto a mim quando chegasse à escola em meu 1º dia de aula. Eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer. Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá, pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.
Quando fiz 14 anos eu a matei novamente. Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis. Mas logo no primeiro porre eu felizmente a descobri rediviva – foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai.
Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para ressurreição. Entrara na faculdade, iria morar em república, faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese. Ledo engano: quando me descobri confuso sobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço possível de guarida e compreensão.
Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão… Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem. Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho "mãe" se transformara num espécime ainda mais vigoroso chamado "avó". Para quem ainda não viveu a experiência, avó é mãe em dose dupla…
Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse em minha vida desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar… Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu: quando menos esperava, ela decidiu morrer. Assim, sem mais, nem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião para despedida.
Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães são para sempre. Ao contrário do que sempre imaginei, são elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica relegado para o etéreo terreno da saudade…
"Escrevi essa crônica em 11 de março de 2008, um dia após a morte de Ignês Pelegi de Abreu, minha mãe. Naquela época eu não tive condições de ler o texto no ar, no que fui socorrido pelo meu amigo Irineu Toledo. Hoje, um ano após sua morte, repito essa crônica em homenagem não só a ela, como a todas as mães que habitam o céu."

Recebi via e-mail. Parabéns a todas as Mães!

Me apaixonei por ecologia...

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Tricotando a vida

"A vida é como um tricô.Deus te dá a lã e as agulhasE te diz: Tricota o melhor que puder, um ponto de cada vez,Cada ponto é um dia na agulha do tempo.Depois de 12 carreiras de 30 ou 31 pontos,Terás 365 pontos,Em dez anos, cerca de 3650 pontos...Alguns são pelo direito, outros pelo avesso;;;Há pontos que se perdem...Mas que podemos recuperar...A lã que o bom Deus nos dáPara tricotar nossa existênciaÉ de todas as cores:Rosa como nossas alegrias, negra como nossos sofrimentos,Cinza como nossas dúvidas, verde como nossas esperanças,Vermelha como nossos amores, azul como nossos desejos,Branca como a fé que temos nele.Quantos pontos caberão no tricô de tua vida?Só Deus é quem sabe!
“Gastronomia é a arte de usar a comida para criar felicidade”
Krafft-EbbingMargarida Nogueira**

Adoro Cachorro!

Aos nossos filhos: aqueles a quem muito amamos

A filha dizia à Mãe como tudo ia errado. Ela não se saíra bem na prova de Matemática, ...O namorado resolveu terminar com ela e a sua melhor amiga estava de mudança para outra cidade.Em horas de amargura, a mãe sabia que poderia agradar a filha preparando-lhe um bolo. Naquele momento não foi diferente. Abraçou a filha e levou-a à cozinha, conseguindo arrancar da moça um sorriso sincero.Logo que a mãe separou os utensílios e ingredientes que usaria e os colocou na mesa, perguntou à filha:- Querida, quer um pedaço de bolo?- Mas já, mamãe? É claro que quero. Seus bolos são deliciosos...-Então está bem, respondeu a mãe. Tome um pouco desse óleo de cozinha!Assustada, a moça respondeu:- Credo, mãe! Que tal então comer uns ovos crus, filha?- Que nojo, Mãe!- Quer então um pouquinho de Farinha de Trigo ou Bicarbonato de Sódio?- Mãe, isso não presta! A Mãe então respondeu:- É verdade, todas essas coisas parecem ruins sozinhas, mas quando as colocamos juntas, na medida certa...Elas fazem um bolo delicioso!Deus trabalha do mesmo jeito. Às vezes a gente se pergunta por que Ele quis que nós passássemos por momentos difíceis, mas Deus sabeque quando Ele põe todas essas coisas na ordem exata, elas sempre nos farão bem.A gente só precisa confiar n'Ele e todas essas coisas ruins se tornarão algo fantástico! Deus é louco por você. Ele te manda flores em todas asPrimaveras...O nascer o Sol todas as manhãs...E sempre que você quiser conversar, Ele vai te ouvir!Ele pode viver em qualquer lugar do universo, e Ele escolheu o seu coração!
Encontrei aqui: http://sintonia106fm.blogspot.com/2008/03/lio-de-perseverana.html