domingo, 29 de novembro de 2009

Está chegando o natal... estou felizzzzzzzzzz


O Natal é a época que mais amo! Desde pequenina, quando ouvia atentamente as estórias que meu pai contava sobre o velhinho que trazia brinquedos, eu sentia que o meu espírito se elevava, ficava mais doce e mais terno. Mesmo hoje, passados tantos anos... o meu amado pai já não pode me contar as lindas estórias e nem pegar na minha mão e me apresentar ao mundo dos encantos, mas ficou a felicidade de um espírito que mra no meu coração e todos os anos, acende em mim, a chama da alegria e do amor.
Minyha arvore está quase completa, amahã eu vou terminá-la, dia 01 de dezembro, eu quero acendê-la com toda aminha família reunida, vou fazer um jantarzinho e volto pra dizer como foi.

quarta-feira, 18 de novembro de 2009

Ainda não terminei


Pois é gente, ainda não terminei a organização das minhas "gavetas"..., mas pretendo. O que fiz foi organizar a minha pequenina parte do armário porque a do meu QM, nessa... eu tenho medo de colocar a mão. Tá certo, cada um com suas manias e não vai ser eu que irá "organizar" as gavetas de outra pessoa, mesmo que seja o meu amado companheiro.
Mas tem muitas coisinhas miúdas e graúdas que tenho que me desfazer! Por exemplo; na salinha do computador, estão amontoados vários livros e outras coisas afins porque eu simplesmente levei o armário para outro local da casa (pensando em comprar outro), "qualoquê"? Não comprei, e, as coisas estão lá, jogadas, espalhadas. Essa semana mais um produto foi jogado lá: a nossa televisão (a jurássica 29' polegadas), temo não conseguir andar lá dentro!
Olhei tudo aquilo e vi, tantas lembranças..., dá dó jogar tudo fora. Mas eu vou nesse fim de semana, sentar, organizar e e fazer aquela viagem no tempo que todo mundo faz de vez em quando. Se conseguir, volto pra dizer.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Mudança e reorganização


"Hoje eu vou mudar..., vasculhar minhas gavetas, jogar fora sent..." Era assim que a musica falava, "reorganizar a vida. Pois bem; além de me reorganizar, eu preciso encontrar espaços para coisas novas e, descartar coisas que não me servem mais. Ressentimentos tolos, lembranças tristes... e, ..., literalmente, organizar o meu guarda-roupa. Sentimentos a parte, meu guarda-roupa(desde que mudei para o quarto maior da casa), é tão pequenino! E, como estou sempre acumulando bobagens... já viu né? Transbordando de bobagens, é a palavra correta para definí-lo. Mas já me "agendei"; começo essa semana (não sei o dia), a implantar os 5s - nesse pequeno armário. Está chegando o Natal, eu preciso me orientar e aprender a não guardar tanto entulho! Quero tudo organizadinho e com o tanto de bagunça que aquilo lá tá, vai ser dificil, "mui dificil". Vou fotografar o PAP, quem sabe, quem sabe... .

Eco vilas um conceito atual

Quanta maldade!

Mães - Anjos de Deus!


Mães Morrem Quando Querem
Por Alexandre Pelegi

Eu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez. Eu não a queria junto a mim quando chegasse à escola em meu 1º dia de aula. Eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer. Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá, pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.
Quando fiz 14 anos eu a matei novamente. Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis. Mas logo no primeiro porre eu felizmente a descobri rediviva – foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai.
Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para ressurreição. Entrara na faculdade, iria morar em república, faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese. Ledo engano: quando me descobri confuso sobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço possível de guarida e compreensão.
Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão… Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem. Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho "mãe" se transformara num espécime ainda mais vigoroso chamado "avó". Para quem ainda não viveu a experiência, avó é mãe em dose dupla…
Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse em minha vida desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar… Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu: quando menos esperava, ela decidiu morrer. Assim, sem mais, nem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião para despedida.
Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães são para sempre. Ao contrário do que sempre imaginei, são elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica relegado para o etéreo terreno da saudade…
"Escrevi essa crônica em 11 de março de 2008, um dia após a morte de Ignês Pelegi de Abreu, minha mãe. Naquela época eu não tive condições de ler o texto no ar, no que fui socorrido pelo meu amigo Irineu Toledo. Hoje, um ano após sua morte, repito essa crônica em homenagem não só a ela, como a todas as mães que habitam o céu."

Recebi via e-mail. Parabéns a todas as Mães!

Tricotando a vida

"A vida é como um tricô.Deus te dá a lã e as agulhasE te diz: Tricota o melhor que puder, um ponto de cada vez,Cada ponto é um dia na agulha do tempo.Depois de 12 carreiras de 30 ou 31 pontos,Terás 365 pontos,Em dez anos, cerca de 3650 pontos...Alguns são pelo direito, outros pelo avesso;;;Há pontos que se perdem...Mas que podemos recuperar...A lã que o bom Deus nos dáPara tricotar nossa existênciaÉ de todas as cores:Rosa como nossas alegrias, negra como nossos sofrimentos,Cinza como nossas dúvidas, verde como nossas esperanças,Vermelha como nossos amores, azul como nossos desejos,Branca como a fé que temos nele.Quantos pontos caberão no tricô de tua vida?Só Deus é quem sabe!
“Gastronomia é a arte de usar a comida para criar felicidade”
Krafft-EbbingMargarida Nogueira**

Adoro Cachorro!

Aos nossos filhos: aqueles a quem muito amamos

A filha dizia à Mãe como tudo ia errado. Ela não se saíra bem na prova de Matemática, ...O namorado resolveu terminar com ela e a sua melhor amiga estava de mudança para outra cidade.Em horas de amargura, a mãe sabia que poderia agradar a filha preparando-lhe um bolo. Naquele momento não foi diferente. Abraçou a filha e levou-a à cozinha, conseguindo arrancar da moça um sorriso sincero.Logo que a mãe separou os utensílios e ingredientes que usaria e os colocou na mesa, perguntou à filha:- Querida, quer um pedaço de bolo?- Mas já, mamãe? É claro que quero. Seus bolos são deliciosos...-Então está bem, respondeu a mãe. Tome um pouco desse óleo de cozinha!Assustada, a moça respondeu:- Credo, mãe! Que tal então comer uns ovos crus, filha?- Que nojo, Mãe!- Quer então um pouquinho de Farinha de Trigo ou Bicarbonato de Sódio?- Mãe, isso não presta! A Mãe então respondeu:- É verdade, todas essas coisas parecem ruins sozinhas, mas quando as colocamos juntas, na medida certa...Elas fazem um bolo delicioso!Deus trabalha do mesmo jeito. Às vezes a gente se pergunta por que Ele quis que nós passássemos por momentos difíceis, mas Deus sabeque quando Ele põe todas essas coisas na ordem exata, elas sempre nos farão bem.A gente só precisa confiar n'Ele e todas essas coisas ruins se tornarão algo fantástico! Deus é louco por você. Ele te manda flores em todas asPrimaveras...O nascer o Sol todas as manhãs...E sempre que você quiser conversar, Ele vai te ouvir!Ele pode viver em qualquer lugar do universo, e Ele escolheu o seu coração!
Encontrei aqui: http://sintonia106fm.blogspot.com/2008/03/lio-de-perseverana.html