segunda-feira, 31 de maio de 2010

Poema da Necessidade

Drumond sabia das coisas...

Poema da necessidade

É preciso casar João,
é preciso suportar, Antônio,
é preciso odiar Melquíades
é preciso substituir nós todos.

É preciso salvar o país,
é preciso crer em Deus,
é preciso pagar as dívidas,
é preciso comprar um rádio,
é preciso esquecer fulana.

É preciso estudar volapuque,
é preciso estar sempre bêbado,
é preciso ler Baudelaire,
é preciso colher as flores
de que rezam velhos autores.

É preciso viver com os homens
é preciso não assassiná-los,
é preciso ter mãos pálidas
e anunciar O FIM DO MUNDO.

quarta-feira, 26 de maio de 2010

Compras a Granel


Lendo a matéria abaixo, me deu uma certa saudade de quando eu via meus pais saindo cedinho para ir ao mercado central comprar nossos alimentos; saudáveis, fresquinhos, sem agrotóxicos e na medida exata, sem embalagens que hoje em dia tanto poluem nossa Terra. Eram baldes de alumínio que traziam as compras. Depois de guardadas as compras, os baldes eram lavados e estavam prontos para a próxima ida ao mercado dali 3 dias mais ou menos..., um frescor! Aí que saudades daquela vidinha pacata!

"A necessidade de se repensar o descarte de embalagens industrializadas provoca um retorno ao consumo de produtos fracionados
Há 40 anos, era comum as pessoas irem às mercearias para comprar quase to­­dos os tipos de alimentos a granel. Quinhentos gramas de arroz, 300 gramas de feijão, um pouquinho de açúcar. Muita coisa mudou desde então. Os alimentos industrializados ganharam embalagens elaboradas, que agora são vistas como inimigas do meio ambiente. Por isso mesmo, o consumo a granel volta a ser uma alternativa para quem se preocupa em consumir de forma sustentável. Isso já seria motivo suficiente para você procurar consumir itens com menos invólucros. O outro motivo é que, comprando-se a granel, o desperdício tende a diminuir.
A sociedade brasileira ainda está muito presa ao visual como padrão de referência. O que quero dizer é que, independentemente de o produto ser bom ou não, o que importa é o visual. Note que todos sabem que refrigerante não faz bem à saúde. Mas as pessoas compram. Os jovens compram pelo apelo visual. Recentemente, entre 2009/2010, a indústria de refrigerante entrou em pé de guerra e deu uma repaginada nas suas embalagens. Melhorou o refrigerante? Agora ele é mais saudável? Claro que não. Mas a embalagem mudou e é o que interessa. Infelizmente.

Quanto o segmento de plástico representa na indústria de embalagens?

A indústria brasileira está refém do plástico como embalagem. Embora tenhamos alguns avanços como caixas de papelão ondulado (um pouco mais caro ainda, mas a tendência é este custo ser barateado com o avanço tecnológico), a indústria do plástico representa em alguns segmentos cerca de 40% das embalagens.

Em termos ambientais, o que a produção de tantas embalagens significa?

Muito lixo industrial. É necessário investirmos em programas de capacitação técnica para as empresas e mostrar que é possível ganharmos em escala com a reciclagem. Muitos se esquecem que o produto reciclado é mais barato e, portanto, quando este entra no processo de produção na forma de matéria-prima, reduz o custo final do produto acabado. Recentemente em aula com meus alunos de custos industriais explicava-lhes sobre os co-produtos, os subprodutos e as sucatas. Com a evolução da sociedade humana aprendemos coisas maravilhosas como o caso de certos produtos que, no final de um processo, podem se assemelhar a uma sucata e não ter valor agregado, mas hoje em dia passam a ter um valor agregado extremamente elevado. Veja por exemplo o caso da indústria moveleira, cujos sarrafos e pedaços de madeira rejeitada podem ser transformados em produtos de elevado valor agregado.

A venda a granel de alimentos, produtos de limpeza e cosméticos é uma solução para contribuir com a sustentabilidade?

Sem dúvida. Mas é importante perceber que tudo passa por um processo cultural e histórico. Nos EUA, no Estado da Califórnia, as pessoas vão ao supermercado, compram a granel e levam consigo suas embalagens. Cada vez que o cidadão faz isso ele evita o uso de embalagens novas e ganha cinco centavos de dólar de crédito para cada embalagem não usada. No final, todos ganham com isso. Neste sistema alguns itens entram nesta relação: hortifrutigranjeiro, produtos de limpeza, cosméticos etc.

O que o aumento do consumo a granel poderia representar para a indústria brasileira ?

Se falarmos no segmento de grãos em natura, oriundos da agroindústria, é possível reduzirmos a relação embalagem-produto. Por outro lado, se pretendemos vender xampu a granel ou creme dental, precisamos rever nossa logística, pois o transporte deste tipo de carga (de forma fracionada) seria mais complexo. Em termos econômicos isso não significa que a cadeia de produção da embalagem vai se extinguir. O que vai acontecer é a redução desta cadeia para determinados segmentos da indústria.
Osvaldo Vieira, 84 anos, proprietário da Banca do Osvaldo, há 51 anos instalada no Mercado Municipal de Curitiba, diz que o consumidor de produtos a granel busca qualidade e variedade. “Ele quer ver o conteúdo do que está comprando.” A professora universitária Ida Gubert, 57 anos, que há 20 anos compra no Mercado, concorda: “Eu compro pouquíssima quantidade de alimento. Dificilmente cozinho em casa. Quando eu compro arroz, por exemplo, compro cerca de 150 g. Sem falar que a qualidade não tem erro”.
Por questões sociais distintas, países como Paraguai e Itália já adotaram novas formas de consumo dentro das grandes redes de supermercados. No país vizinho, a crise econômica popularizou a venda a granel na tentativa de tornar os preços mais viáveis, permitir que o consumidor compre apenas o que irá consumir e gerar mais emprego (pois é necessário que se coloque funcionários operando as balanças).
Já na Itália, outros foram os motivos: as exigências de públicos específicos (famílias muito grandes e solteiros) e a consciência da necessidade de reduzir o número de embalagens plásticas. Nestes países, produtos como cereais, macarrão e até produtos de limpeza são comercializados sem nenhuma embalagem e na quantidade desejada pelo consumidor.

A inglesa Lush é conhecida por produzir cosméticos de forma consciente: não testa produtos em animais e evita o uso de embalagens – sabonetes são pesados e vendidos aos pedaços, por exemplo. A marca não está presente no Brasil, mas por aqui há lojas com sistema semelhante de vendas como a Em­­pório Body Store.
Já na Chá e Arte, a maioria das embalagens é de papelão ou papel (similares ao saco de pão), com dicas de preservação ambiental. Além disso, é possível encontrar xampu sólido, vendido por unidade e sem necessidade de embalagens plásticas. Uma barra de xampu tem 60 g e corresponde a 50 lavagens (aproximadamente três meses, lavando o cabelo em dias alternados). Por ano, uma pessoa que lave o cabelo em dias alternados gasta 1,8 litros de xampu líquido. Considerando uma embalagem de xampu convencional, com 350 ml, uma pessoa descarta no lixo, aproximadamente, cinco embalagens plásticas de xampu por ano." (Fonte:Michele Bravos, especial para a Gazeta do Povo)

segunda-feira, 24 de maio de 2010

Intolerância a Lactose - Materia

A intolerância à lactose
Crianças que sofrem de intolerância à lactose precisam reduzir ou excluir o consumo de leite e seus derivados.
Apesar de ser o alimento preferido das crianças pequenas, muitas delas não podem tomar leite à vontade por serem intolerantes à lactose, o açúcar natural encontrado nos produtos lácteos. O problema é bastante comum em todo o mundo, afetando especialmente os países orientais e africanos, que consomem menos leite e seus derivados do que os europeus e americanos.

Segundo o pediatra e nutrólogo Mauro Fisberg*, o Brasil apresenta altas taxas de intolerância, devido à pequena ingestão láctea e de derivados, especialmente após a idade pré-escolar . "Estudo antigo em adultos brasileiros mostrava que quase 2/3 da população adulta não tolerava mais que 250ml de leite por dia", diz ele.

A intolerância à lactose é a incapacidade (herdada ou adquirida) de absorção deste açúcar devido à diminuição ou ausência de uma enzima, a lactase , presente nas células superficiais do tubo digestivo e responsável por digerir a lactose.

Ela ocorre com mais frequência após o desmame, quando há uma diminuição de quase metade da produção desta enzima. Quando não há lactase suficiente, a lactose não é totalmente digerida e "quebrada" em galactose e glicose.

Em alguns casos raríssimos, a intolerância é congênita, ou seja, o pequeno não suporta sequer o leite materno. "No entanto, a maior parte das vezes é adquirida, e pode ser causada por diarréias agudas e crônicas, infecções e contaminações do trato intestinal", diz ele.

Nos primeiros anos de vida, a criança mantém os níveis de lactase estáveis, mas a produção diminui com o tempo. Se a lactose ingerida for maior que a produção de lactase, surgem os sintomas do distúrbio. "O excesso de lactose no intestino causa fermentação, flatulência, inchaço e dores na região abdominal, cólica, náusea, vômito, diarréia, constipação, sensação de mal-estar e empachamento (abdômen cheio)", explica o médico.

Os sintomas dependem da quantidade de enzima no organismo. Se a criança comer laticínios em pequenas quantidades, pode não sentir nenhum desconforto . Os derivados do leite (iogurtes, queijos e requeijões) geralmente são tolerados porque no processo de transformação a quantidade de lactose diminui sensivelmente.

É importante que o distúrbio seja diagnosticado e tratado o quanto antes, pois crianças com cólicas e diarréias frequentes e até má absorção podem ter problemas de peso e crescimento .

O tratamento depende do nível do problema, mas nem sempre há necessidade de exclusão do leite da dieta, embora normalmente seja indicada a diminuição do consumo da lactose, substituindo os laticínios tradicionais por fórmulas sem o açúcar e por produtos similares à base de soja . Em alguns casos, são receitadas cápsulas de lactase.

De qualquer maneira, é fundamental passar pela avaliação do pediatra para que ele indique as substituições e suplementações adequadas. Jamais faça trocas por conta própria.

*Mauro Fisberg, pediatra e nutrólogo do Centro de Atendimento e Apoio ao Adolescente do Departamento de Pediatria da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Coordenador científico
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CientíficoQuantas vezes nas últimas semanas você se deparou com a frase “cientistas descobriram que…”? Levando em conta a televisão, o rádio do carro, jornais, revistas e a Internet é bem provável que o número seja bem maior que o dos dedos das duas mãos juntas — mais aquele dos pés
[Saiba mais]

da Força Tarefa Estilos de Vida Saudável do International Life Sciences Institute (ILSI Brasil).

Como gosto muito de ler, essa semana um artigo me chamou atenção; tratava-se de "Intolerância a Lactose", hoje em dia muito comum ao que o mercado da alimentação já atenede com bastante eficiência. Hoje, depois das crianças crescidas (acho até que já disse aqui que sou vó), eu relembro as muitas noites de angústia e dias de coração partido, quando entregava minha bebê (hoje com 27 anos) para tratamento de hidratação venosa.
Muitas vezes eu pensava não conseguir suportar; a falta no mercado, na época, de opções, me levavam a um quadro de completa solidão e desespero. Via a fome que ela sentia, a desnutrição se anunciando e minha tristeza aumentando. No mercado só existia o Sobee (leite de soja) de sabor horrível, que era o seu principal alimento (aos 40 dias de vida), meu leite havia secado, não existia outra fórmula que aquele pequeno organismo aceitasse. Sofri muito vendo o sofrimento e a luta pela sobrevivência que aquele serzinho empreendia todos os dias. Vivi meses entre hospital, casa, hospital. Empreendi muitas batalhas e valeu a pena! A persistência me garantiu vencer todas as batalhas e meu bebê sobreviveu. Somente aos três anos foi possível a introdução do leite de vaca mas mesmo assim, algumas crises de alergias respiratórias apareceram, mas a batalha principal havia sido vencida: possibilitar a chance de pode comer outros alimentos o que lhe garantiu a vida.
Hoje, quando eu chego nos supermercados ou farmácias, fico muito feliz porque outras mães podem contar com a tecnologia dos alimentos e assim garantir a vida dos seus filhos.
Durante esse tempo, aprendi muito e se alguém precisar de conselhos de uma "Mãe especialista", estarei sempre disponível.

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Alimentação é fonte de Longevidade


Me pego pensando as vezes, como descuidamos, ao longo dos anos, do que realmente importa para nossa sobrevivência, como por exemplo,viver a simplicidade. Por que nós deixamos que nosso organismo seja envenenado lentamente por agentes nocivos, disfarçados de alimentos? Por que permitimos que a vida agitada nos tire o prazer de viver entre familiares e amigos através de encontros onde só reine a alegria e não a bebida e comida em demasia? Por que nos aventuramos em shopings, numa desenfreada busca pelo consumismo,alimentando, a cada dia, a nossa vaidade excessiva; por que permitimos que a vanço tecnológico nos tire ou nos roube o prazer da convivência pacífica, nos trancando em frente a máquinas, cada vez mais evoluidas, servindo a elas e não ao contrário? É assustador! Lembro que, não faz muito tempo, comiamos comida e não alimentos processados; nos rótulos não existiam tantos "agentes", espessantes, eudocorantes, conservantes etc . O que é isso? Onde perdemos a nossa simplicidade e inteligência? Por que aconteceu tudo isso? O progresso está nos levando a extinção! Podemos retornar de onde paramos, ações simples e de responsalibilidade favorecem o resgate da vida moderna, porém simples e saudável, o progresso pode conviver sim com a simplicidade, haja vista o surgimento de grupos que promovem a natureza e o ser saudavel. Vamos difundir os ideais de uma vida responsável em comunhão com a nossa Mãe Terra.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Tiramissu da Rita

Faz tempo que não posto..., uma coisa e outra me empurram para longe do que mais gosto de fazer que é escrever; em qualquer lugar, numa folha, no blog, no mural do trabalho, enfim! Meu negócio é escrever ("escrevinhar", como diz o fantástico jornalista Canidè Queiroz). Mas estou tentando me organizar para não demorar tanto a me dedicar a esse hobby que tanto amo.
Mas..., voltando ao que interessa, faz tempo também que não faço uma boa sobremesa, estou em dieta e também porque não tenho tido muito tempo, mas no site Panelinha, da Rita Lobo, encontrei o verdadeiro "Tiramissu", então, vou fazer e depois volto pra contar. Por enquanto, transfiro a receita para quem quiser ou no site www.panelinha.com.br

Ingredientes
500 g de queijo mascarpone
2 gemas
1/2 xícara (chá) de açúcar
60 ml de rum
1/2 xícara (chá) de café forte sem açúcar
12 unidades de biscoito champanhe
4 claras
chocolate em pó para polvilhar
Modo de Preparo1. Num prato de sopa, misture o café e o rum. Escolha uma travessa retangular para montar o Tiramisu. Molhe apenas um dos lados do biscoito na mistura de café com rum por 2 segundos. Em seguida, transfira para a travessa com o lado molhado virado para cima. Cubra todo o fundo da travessa e, caso sobre um pouquinho de café, regue os biscoitos. Reserve.

2. Na batedeira, coloque as gemas e o açúcar e bata até formar um creme bem claro. Adicione o mascarpone e bata apenas para misturar. Reserve.

3. Limpe e seque muito bem a tigela e as pás da batedeira. Bata as claras até o ponto neve. Misture cuidadosamente as claras ao creme de mascarpone e gemas reservado.

4. Espalhe o creme sobre os biscoitos, cobrindo completamente a travessa. Leve à geladeira por 24 horas.

5. Na hora de servir, polvilhe o chocolate em pó com uma peneira fina.

Eco vilas um conceito atual

Quanta maldade!

Mães - Anjos de Deus!


Mães Morrem Quando Querem
Por Alexandre Pelegi

Eu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez. Eu não a queria junto a mim quando chegasse à escola em meu 1º dia de aula. Eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer. Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá, pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.
Quando fiz 14 anos eu a matei novamente. Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis. Mas logo no primeiro porre eu felizmente a descobri rediviva – foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai.
Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para ressurreição. Entrara na faculdade, iria morar em república, faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese. Ledo engano: quando me descobri confuso sobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço possível de guarida e compreensão.
Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão… Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem. Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho "mãe" se transformara num espécime ainda mais vigoroso chamado "avó". Para quem ainda não viveu a experiência, avó é mãe em dose dupla…
Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse em minha vida desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar… Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu: quando menos esperava, ela decidiu morrer. Assim, sem mais, nem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião para despedida.
Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães são para sempre. Ao contrário do que sempre imaginei, são elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica relegado para o etéreo terreno da saudade…
"Escrevi essa crônica em 11 de março de 2008, um dia após a morte de Ignês Pelegi de Abreu, minha mãe. Naquela época eu não tive condições de ler o texto no ar, no que fui socorrido pelo meu amigo Irineu Toledo. Hoje, um ano após sua morte, repito essa crônica em homenagem não só a ela, como a todas as mães que habitam o céu."

Recebi via e-mail. Parabéns a todas as Mães!

Me apaixonei por ecologia...

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Tricotando a vida

"A vida é como um tricô.Deus te dá a lã e as agulhasE te diz: Tricota o melhor que puder, um ponto de cada vez,Cada ponto é um dia na agulha do tempo.Depois de 12 carreiras de 30 ou 31 pontos,Terás 365 pontos,Em dez anos, cerca de 3650 pontos...Alguns são pelo direito, outros pelo avesso;;;Há pontos que se perdem...Mas que podemos recuperar...A lã que o bom Deus nos dáPara tricotar nossa existênciaÉ de todas as cores:Rosa como nossas alegrias, negra como nossos sofrimentos,Cinza como nossas dúvidas, verde como nossas esperanças,Vermelha como nossos amores, azul como nossos desejos,Branca como a fé que temos nele.Quantos pontos caberão no tricô de tua vida?Só Deus é quem sabe!
“Gastronomia é a arte de usar a comida para criar felicidade”
Krafft-EbbingMargarida Nogueira**

Adoro Cachorro!

Aos nossos filhos: aqueles a quem muito amamos

A filha dizia à Mãe como tudo ia errado. Ela não se saíra bem na prova de Matemática, ...O namorado resolveu terminar com ela e a sua melhor amiga estava de mudança para outra cidade.Em horas de amargura, a mãe sabia que poderia agradar a filha preparando-lhe um bolo. Naquele momento não foi diferente. Abraçou a filha e levou-a à cozinha, conseguindo arrancar da moça um sorriso sincero.Logo que a mãe separou os utensílios e ingredientes que usaria e os colocou na mesa, perguntou à filha:- Querida, quer um pedaço de bolo?- Mas já, mamãe? É claro que quero. Seus bolos são deliciosos...-Então está bem, respondeu a mãe. Tome um pouco desse óleo de cozinha!Assustada, a moça respondeu:- Credo, mãe! Que tal então comer uns ovos crus, filha?- Que nojo, Mãe!- Quer então um pouquinho de Farinha de Trigo ou Bicarbonato de Sódio?- Mãe, isso não presta! A Mãe então respondeu:- É verdade, todas essas coisas parecem ruins sozinhas, mas quando as colocamos juntas, na medida certa...Elas fazem um bolo delicioso!Deus trabalha do mesmo jeito. Às vezes a gente se pergunta por que Ele quis que nós passássemos por momentos difíceis, mas Deus sabeque quando Ele põe todas essas coisas na ordem exata, elas sempre nos farão bem.A gente só precisa confiar n'Ele e todas essas coisas ruins se tornarão algo fantástico! Deus é louco por você. Ele te manda flores em todas asPrimaveras...O nascer o Sol todas as manhãs...E sempre que você quiser conversar, Ele vai te ouvir!Ele pode viver em qualquer lugar do universo, e Ele escolheu o seu coração!
Encontrei aqui: http://sintonia106fm.blogspot.com/2008/03/lio-de-perseverana.html