terça-feira, 28 de fevereiro de 2012

Vinagrete de Beringela



Lembro de quando criança, detestar comer! Se eu estivesse brincando então, nada de comida! Para mim, leite era o alimento mágico, fácil de engolir e rápido, não atrapalhava a minha leitura, desenho ou mesmo a brincadeira que acontecesse no momento. Isso me rendeu uma infância estilo "Twing", sabe aquela modelo dos anos 60, magérrima?! Mas, quando casei e tive filhas, me apaixonei por nutrição; primeiro a infantil, depois, tudo o que envolve a nutrição do ser vivo. Lógico que após o advento da Internet, a paixão só tem aumentado, tanto que fiz curso de Gastronomia no SENAC e pretendo cursar Nutrição.


A alimentação que coloco a mesa todos os dias tem que ser saudável e gostosa - não aceito produtos industrializados e mal preparados. Tudo tem que ser feito na hora, fresco e delicioso, observando todo o sistema que envolve uma boa refeição. Para retratar todo o meu amor pela culinária saudável, deixo para vocês uma maravilha de vinagrete de beringela, que pode acompanhar salada de legumes crus (cenoura, beterraba, repolho), bem fininhos ou a própria beringela grelhada. Uma delícia! Carne? Pra quê?

Corte uma fatia grossa de beringela sem casca, em minusculos cubinhos. Reserve com um pouco de sal. Pique metade de uma cebola roxa (pequena) em cubinhos. + um cubo pequeno de bacon (ele só vai aromatizar o refogado, depois de pronto é descartado), uma pitada de orégano e azeite de oliva para refogar. 1 pitada de açucar demerara e 1/2 xic (chá) de água ou vinho branco seco.

Refogue bem até amolecer e ficar caramelado; se precisar coloque mais líquido aos poucos. Deixe amornar, adicione mais um pouco de azeite e sirva. Fica excelente com os legumes crus.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

ALERGIA alimentar - cuidado

Quando a minha segunda filha nasceu, nem de longe imaginei passar por tantos sustos; e olhem..., foram muitos! Uma febre alta e repentina sugiu no 30 dia de vida, desparecendo três dias depois. Achamosaquilo muiti estranho, mas o pediatra nos tranquilizou, diagnosticou como uma virose e, sugeriu aumentar a ingestão de líquido (eu não tinha muito leite e complementava, algumas vezes, com leite artificia). Assim foi feito. Mas 15 dias depois, uma forte diarréia surgiu, provocando desidratação e nos levando a ficar 3 dias no hospital para tratamento. Desta vez, nos foi informado que tratava-se de uma infecção e que o tratamento seria feito com antibióticos e leite de soja para alimentação. Mesmo assim, a diarréia não desaparecia e ficava cada vez pior! Muitas vezes, apenas sangue aparecia nas evacuações. Foram dias intemináveis e desesperadores, eu não via chances de ver a minha flha curada. Dois meses depois, quando a situação ficava cada vez pior, ela emagrecia a olhos vistos e a sua fontenela era funda e eu podia ver a fraca pulsação pela desnutrição. Recorri a leite materno doado, mas não resolveu e, a esta altura, eu estava desesperada. Até que um outro pediatra da mesma clinica, me peguntou se eu não gostaria de tentar uma mudança na alimentação da minha filha. Me disse sobre alergias e me deu um sopro de esperança. Meio incerta, quase no fundo do poço de tanta agonia, fui até a cozinha de um hospital infantil para aprender uma receita de um leite a partir da extração do soro do leite, utilizando apenas o "coalho". Lá eu aprendi a receita e nunca mais esqueci. Minha filha pode então se alimentar melhor, ganhou peso e progrediu, mas muitos outros episódios de alergia ao leite eu encontrei pelo caminho, por isso, quando hoje vendo a tecnologia a favor dos pequenos com dificuldades de saude, lembro das noites que chorei sozinha, impotente, insegura, com medo e tristeza. Ainda continuo de olho nos artigos de nutrição infantil, especialmente no capítulo das alergias alimentares minha filha hoje é adulta mas ainda tem episódios de alergias e o artigo abaixo vai nos informar as 10 coisas sobre alergia que todo mundo deve saber, .pincipalmente quando os filhos alergicos vão para escola

10 coisas a saber sobre alergias alimentares na Sala de Aula

por Gina Clowes (artigo traduzido)
Segunda-feira, 8 fevereiro, 2010

"Vivemos em um mundo em que precisamos dividir a responsabilidade. É fácil dizer" Não é meu filho, não é a minha comunidade, não é meu mundo e não é problema meu. " Mas existem aqueles, aqueles que vêem a necessidade e ajudam. Eu considero essas pessoas os meus heróis. "
- Fred Rogers



1. Alergias alimentares podem ser fatais. Crianças com alergias alimentares tiveram reações graves e até fatais mesmo com vestígios de alégenos. As crianças morreram ao consumir alimentos servidos com utensílios contaminados com traços de leite ou de amendoim.

2. Pode Conter ... Qualquer alimento pode ser um alérgeno, ainda nos Estados Unidos, apenas os oito principais alérgenos têm de ser rotulados. Além disso, um produto pode ser processado com alérgenos potentes como amendoins ou nozes e as etiquetas de aviso ( falam apenas, "pode ​​conter") e não são obrigatórias.

3. Onde isso vai parar? Uma vez que uma reação alérgica começa, não há nenhuma maneira de dizer como vai progredir. Uma reação leve pode evoluir para um risco de vida em poucos minutos. Não há maneira de prever o curso de qualquer reacção alérgica.

4. Percebemos que muitos pais, cujos filhos tinham alergia leve ao amendoim , permitiam que comessem isso e aquilo, acreditando que isso fosse seguro. Na verdade isso é muito perigoso! Se não aconteceu nada grave foi pura sorte! Nós, paisde alérgicos devemos ter o máximo cuidado em equilibrar nossa necessidade para a segurança da criança com sua necessidade de viver uma vida "normal".

5. Não deixe seu filho comer qualquer coisa que você não saiba de que é feita, mesmo que seja um inocente biscoito de padaria que algum amigo ofereceu carinhosamente ao seu filho. Peça ao seu filho que educadamente, mostre o seu biscoito caseiro explicando a situação. Para quem vive em um mundo de alergico, deve saber que um inocente alimento pode se tornar mortal para alguém com alergia.

6. Preste muita atenção, em uma sala de aula, após o recreio, vestigios de alimentos ficam nos dedos das mãos de algumas crianças e um alergico, pode colocar esse lapis ou brinquedo, na boca ou levar aos olhos, causando uma grave reação alergica.

7. Faça as contas até 79 por cento de reações alérgicas na escola requerem epinefrina ocorrem em sala de aula! Na verdade, qualquer atividade fora da rotina do dia-a-dia cria um risco adicional. Festas e celebrações em sala de aula apresentam um risco ainda mais com os adultos (pais inexperientes na sala de aula) preparam, tocam e servem alimentos caseiros, incluindo sobremesas e assados, que é o grupo de alimentos que faz com que aconteça a maioria das reações anafiláticas.

8. Mundo Real Sabemos que nosso filho acabará por ser um adulto que tem que controlar seus episódios de alergias sozinho. Ele também terá um pagamento de carro e uma hipoteca e ele vai manter um trabalho em tempo integral, mas não enquanto criança! Percebemos que é preciso que isso aconteça, gradualmente, entregando a responsabilidadedevagar e sabendo que essa é uma das nossas tarefas parentais mais importantes, mas temos que fazê-lo com cuidado. Nós não podemos nos dar ao luxo de permitir que nossos filhos "aprendam a lição" com a comida errada.

9. Não há cura. Muito se fala e especula sobre a notícia de uma cura, mas estes tratamentos são experimentais e só foram realizados em um punhado de crianças. Neste momento, não há nenhum tratamento amplamente disponível para alergias alimentares que a emergência medicina epinefrina. (Epi-Pen ®) Este não é o mesmo que tomar aspirina para uma dor de cabeça. Este é um remédio para salvar uma vida e após a administração do Epi-Pen nossa criança deve ser transportada para a sala de emergência. Naturalmente, nós queremos fazer tudo que estiver ao nosso alcance para impedir que o nosso filho passe por esse trauma de uma grave reação alérgica.

10. Pense bem e imagine o que aconteceria em sua escola se uma criança alérgica tenha consumido um doce e sofreu uma reação anafilática grave. Parece provável que os administradores falem que todos os alimentos servidos na sala de aula sejam para as crianças alérgicas a partir desse fato. Quando uma tragédia como essa acontece, todos nós sofremos: os professores, os administradores, os pais e os filhos. Então, da próxima vez que for escolher o lanche do seu filho alergico, peça para que alimentos de festa não sejam levados para sala de aula.

Virá um tempo em cada uma das nossas vidas poderemos precisar da ajuda de outro. Para os pais alérgicos, nosso tempo de necessidade é quando nossos filhos são pequenos.

Pode não ser o seu filho ou o seu problema, mas confie em mim, há vários conjuntos de pequenos olhos em você, vendo-lhe acomodações modelo para as crianças que desejam ser incluídos nas celebrações da sala de aula. Se você é um daqueles pais que vai longe para trazer o alimento "seguro", em vez de doces, então você é meu herói também. Eu realmente espero que algum dia possa retribuir o favor!


sábado, 11 de fevereiro de 2012

Picadinho Repaginado


Fazer picadinho parece ser uma receita trivial, mas como pra tudo se dá um jeito, refiz a receita e esse prato tão simples (mas sempre saboroso) se vestiu de glórias no meu almoço.

1/2 kg de carne (usei contra-filé)

Legumes picados em cubos (abóbora, cenoura, batata, xuxu já cozidos)

1l de caldo de legumes (caseiro)

Alho e cebola picadinhos (usei uma xícara de chá)

1 xic de tomates e pimentão picadinhos

Salsinha picadinha

Pimenta (moída na hora usei 3 grãos)

1 colher chá de sal marinho

1/2 xicara (chá) de azeite

1/2 colher (chá) corante (colorau / páprica doce)

1 colher (sopa) de requeijão light

Aqueça o azeite com alho e cebola, junte a carne temperada com sal e pimenta e o corante, refogue por 3 minutos em fogo alto. Diminua a chama e acrescente o caldo de legumes (você pode até usar o industrializado, mas o caseiro fez toda a diferença), acescente o tomate e o pimentão; deixe ferver por 20 minutos, acrescente os legumes cozidos (al dente). Tampe e cozinhe por mais 15 minutos até o caldo reduzir e os tomates e pimentões desmancharem. Nesse ponto, o caldo estará bem consistente; é hora de acrescentar a salsinha e reqiueijão. Depois de bem envolvidos, desligue o fogo, tampe e sirva depos de 5 minutos. É delícia!

Vovó! Sua comida é DELICIA!


quarta-feira, 1 de fevereiro de 2012

Ser chique é uma questão de atitude




Nunca o termo "chique" foi tão usado para qualificar pessoas como atualmente.

A verdade é que ninguém é chique por decreto.

E algumas boas coisas da vida, infelizmente, não estão a venda. Elegância é uma delas.

Assim, para ser chique é preciso muito mais que um guarda-roupas recheado de grifes importadas. Muito mais que um belo carro alemão.

O que faz uma pessoa chique, não é o que essa pessoa tem, mas a forma como ela se comporta.

Chique mesmo é quem fala baixo. Quem não procura chamar atenção com suas risadas muito altas, nem por seus imensos decotes. Mas que, sem querer, atrai todos os olhares, porque tem brilho próprio.

Chique mesmo é quem é discreto, não faz perguntas inoportunas, nem procura saber o que não é da sua conta.

Chique mesmo é parar na faixa de pedestre e abominar a mania de jogar lixo na rua.

Chique mesmo é dar bom dia ao porteiro do seu prédio e as pessoas que estão no elevador. É lembrar do aniversário dos amigos.

Chique mesmo é não se exceder nunca. Nem na bebida, nem na comida, nem na maneira de se vestir.

Chique mesmo é olhar no olho do seu interlocutor. É "desligar o radar" quando estiverem sentados a mesa do restaurante e prestar verdadeira atenção à sua companhia.

Chique mesmo é honrar a sua palavra. É ser grato a quem lhe ajuda, correto com quem você se relaciona e honesto nos seus negócios.

Chique mesmo é não fazer a menor questão de aparecer, mas ficar feliz ao ser prestigiado.

Mas para ser chique, chique mesmo, você tem, antes de tudo, de se lembrar sempre do quanto que a vida é breve e de que vamos todos para o mesmo lugar.

Portanto, não gaste sua energia com o que não tem valor, não desperdice as pessoas interessantes com quem se cruzar e não aceite, em hipótese alguma, fazer qualquer coisa que não lhe faça bem.

Porque, no final das contas, chique mesmo é ser feliz!

Texto de o livro "A quem interessar possa", de Gilka Aria

Eco vilas um conceito atual

Quanta maldade!

Mães - Anjos de Deus!


Mães Morrem Quando Querem
Por Alexandre Pelegi

Eu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez. Eu não a queria junto a mim quando chegasse à escola em meu 1º dia de aula. Eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer. Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá, pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.
Quando fiz 14 anos eu a matei novamente. Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis. Mas logo no primeiro porre eu felizmente a descobri rediviva – foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai.
Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para ressurreição. Entrara na faculdade, iria morar em república, faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese. Ledo engano: quando me descobri confuso sobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço possível de guarida e compreensão.
Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão… Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem. Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho "mãe" se transformara num espécime ainda mais vigoroso chamado "avó". Para quem ainda não viveu a experiência, avó é mãe em dose dupla…
Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse em minha vida desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar… Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu: quando menos esperava, ela decidiu morrer. Assim, sem mais, nem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião para despedida.
Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães são para sempre. Ao contrário do que sempre imaginei, são elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica relegado para o etéreo terreno da saudade…
"Escrevi essa crônica em 11 de março de 2008, um dia após a morte de Ignês Pelegi de Abreu, minha mãe. Naquela época eu não tive condições de ler o texto no ar, no que fui socorrido pelo meu amigo Irineu Toledo. Hoje, um ano após sua morte, repito essa crônica em homenagem não só a ela, como a todas as mães que habitam o céu."

Recebi via e-mail. Parabéns a todas as Mães!

Me apaixonei por ecologia...

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Tricotando a vida

"A vida é como um tricô.Deus te dá a lã e as agulhasE te diz: Tricota o melhor que puder, um ponto de cada vez,Cada ponto é um dia na agulha do tempo.Depois de 12 carreiras de 30 ou 31 pontos,Terás 365 pontos,Em dez anos, cerca de 3650 pontos...Alguns são pelo direito, outros pelo avesso;;;Há pontos que se perdem...Mas que podemos recuperar...A lã que o bom Deus nos dáPara tricotar nossa existênciaÉ de todas as cores:Rosa como nossas alegrias, negra como nossos sofrimentos,Cinza como nossas dúvidas, verde como nossas esperanças,Vermelha como nossos amores, azul como nossos desejos,Branca como a fé que temos nele.Quantos pontos caberão no tricô de tua vida?Só Deus é quem sabe!
“Gastronomia é a arte de usar a comida para criar felicidade”
Krafft-EbbingMargarida Nogueira**

Adoro Cachorro!

Aos nossos filhos: aqueles a quem muito amamos

A filha dizia à Mãe como tudo ia errado. Ela não se saíra bem na prova de Matemática, ...O namorado resolveu terminar com ela e a sua melhor amiga estava de mudança para outra cidade.Em horas de amargura, a mãe sabia que poderia agradar a filha preparando-lhe um bolo. Naquele momento não foi diferente. Abraçou a filha e levou-a à cozinha, conseguindo arrancar da moça um sorriso sincero.Logo que a mãe separou os utensílios e ingredientes que usaria e os colocou na mesa, perguntou à filha:- Querida, quer um pedaço de bolo?- Mas já, mamãe? É claro que quero. Seus bolos são deliciosos...-Então está bem, respondeu a mãe. Tome um pouco desse óleo de cozinha!Assustada, a moça respondeu:- Credo, mãe! Que tal então comer uns ovos crus, filha?- Que nojo, Mãe!- Quer então um pouquinho de Farinha de Trigo ou Bicarbonato de Sódio?- Mãe, isso não presta! A Mãe então respondeu:- É verdade, todas essas coisas parecem ruins sozinhas, mas quando as colocamos juntas, na medida certa...Elas fazem um bolo delicioso!Deus trabalha do mesmo jeito. Às vezes a gente se pergunta por que Ele quis que nós passássemos por momentos difíceis, mas Deus sabeque quando Ele põe todas essas coisas na ordem exata, elas sempre nos farão bem.A gente só precisa confiar n'Ele e todas essas coisas ruins se tornarão algo fantástico! Deus é louco por você. Ele te manda flores em todas asPrimaveras...O nascer o Sol todas as manhãs...E sempre que você quiser conversar, Ele vai te ouvir!Ele pode viver em qualquer lugar do universo, e Ele escolheu o seu coração!
Encontrei aqui: http://sintonia106fm.blogspot.com/2008/03/lio-de-perseverana.html