terça-feira, 29 de dezembro de 2009

Adeus Ano Velho! Feliz Ano Novo!


Mas o meu 2009 foi esplêndido! Saude, muita saúde! Isso é o que importa (como diz o Bial), "o resto, a gente corre atrás!"

Encontrei uma receita muito boa do Bolo Natalino (Confraria do Patchwork)... genteeee! Vou tentar fazer! Se der certo... Eu conto. Se não, .... também conto!!!!! Feliz Ano Novo!!! Que 2010 seja pleno de paz, saude e muitas alegriaaaaassss!!!


1 1/2 xic. de farinha de trigo
1 1/2 xic. de açúcar
3 ovos
1 1/2 xic. de uvas passas pretas
1 1/2 xic. de nozes picadas
1 1/2 xic. de amêndoas em lascas
5 a 6 figos secos picados
3 a 4 pêssegos frescos picados
6 a 7 damascos secos picados
1 1/2 xic. de ameixas pretas picadas
6 a 8 tâmaras picadas
1 colher (chá) de essência de baunilha
2 colh. (chá) de fermento em pó
2 colh. (sopa) de licor (de sua prefência)

Misturar todas as frutas com a farinha de trigo e o fermento. Reservar.
Bater os ovos com o açúcar e juntar à mistura de farinha, frutas e licor. Misturar bem.
Colocar a massa em forma de bolo inglês grande, untada e enfarinhada. Assar em temperatura média por 20 minutos, diminuir a temperatura do forno e deixar por mais 40 minutos.
Espere esfriar para desenformar.

Dica: Fica mais gostoso se embrulhado em papel alumínio, e guardado em temperatura ambiente por 1 a 2 semanas antes de consumir!

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

Nesse Natal...



Nesse Natal, no Aniversário de Jesus, eu espero que meu coração se alegre e se torne mais leve. Nesse final de ano eu não estou em condições de sorrir muito, embora tenha tentado não ficar triste.. não estou conseguindo. Mas hoje de manhã, uma matéria no jornal matutino me fez refletir um pouco mais sobre os valores da vida. O que é e como se pode medir as coisas mais valiosas em nossa estada aqui pela terra. Valores como o amor entre as pessoas, a saude, a paz e a união, estar junto da família, são impagáveis, não têm preço, não se compra. Na matéria, uma criança em tratamento contra o cancer, fazia aulas de balet; era um sonho que ela realizava! Estava longe de casa, com muita saudade... e, por tudo isso, pelo que vi e senti..., não posso e não devo ficar triste. Papai Noel, lembra de mim? Eu colocava sapatinho na janela pra esperar uma boneca todos os anos e lhe esperava com muita alegria! Me traga esse ano, saude e união para minha família, eu ainda tenho um sapatinho para colocar na janela...
Feliz Natal e um Ano cheio de Amor, Paz e Prosperidade!!!

domingo, 13 de dezembro de 2009

Nunca é o que parece


Todos os anos, no Natal eu fico mais alegre, mais feliz e mais produtiva; ficava, porque esse ano, mesmo lutando, eu não consegui vencer a minha decepção e tristeza. Não vou aqui desfiar meus motivos pessoais, mas queria por fim a essa fase de decepção na minha vida. Sempre acreditei que se educa pelo exemplo, as crianças são os espelhos da vida e da educação que recebem dos pais... Então, ou esse preceito é mentira ou eu errei tanto que passei um pessimo exemplo. Estou muito triste, não posso nem nem dizer quanto! Meu coração tá partido em mil pedacinhos... . Eu queria acordar desse pesadelo.Um quadro sem imagem é agora o meu espírito.

terça-feira, 8 de dezembro de 2009

A Cozinha da Rita ficou pronta!



E ficou linda! Funcional, tudo no lugar certinho, ampla sem ser grande, tudo o que eu queria. Aproveitar espaços é uma habilidade, uma arte que eu, particularmente queria ter. Eu bem que tento, mas muitas vezes (na maioria delas), não consigo!A Rita também me deu o prazer de ler o meu e-mail no video dessa semana, fiquei muito feliz porque sou uma visitante bem assídua no blog Panelinha. Acho que ela é uma simpatia, competente e muito divertida. Vou continuar escrevendo, acho um grande estímulo para nós (cozinheiras de coração), os muitos conselhos e dicas que ela sabe dar tão bem. Eu não sou uma boleira de primeira, mas o bolo que ela preparou na cozinha nova, eu fiz junto e garanto, o pessoal lá de casa adorou! E eu, como mãezona que sou, colhi muitos eleogios da minha turmona!!!Aliás, escrever é o que mais gosto, meu projeto do romance ainda está no forno (no freezer, pra ser mais clara), mas um dia ele sai e tomara que todos gostem. Vou começar a postar os primeiros capítulos aqui no blog, espero que alguém leia.

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

Um lugar para sonhar!


Passeando pela net, encontrei um blog muito simpático, cheio de coisas boas. Nele eu encontrei um post sobre a casa do filme "Alguém tem que ceder". Um sonho! E um cantinho em particular me chamou atenção, o quarto da escritora e seu escritório; tudo o que sonhei na vida.
Posso ter tudo o que eu quero se acreditar e eu acredito sim, eu vou conseguir!!!!

Eco vilas um conceito atual

Quanta maldade!

Mães - Anjos de Deus!


Mães Morrem Quando Querem
Por Alexandre Pelegi

Eu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez. Eu não a queria junto a mim quando chegasse à escola em meu 1º dia de aula. Eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer. Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá, pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.
Quando fiz 14 anos eu a matei novamente. Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis. Mas logo no primeiro porre eu felizmente a descobri rediviva – foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai.
Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para ressurreição. Entrara na faculdade, iria morar em república, faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese. Ledo engano: quando me descobri confuso sobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço possível de guarida e compreensão.
Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão… Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem. Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho "mãe" se transformara num espécime ainda mais vigoroso chamado "avó". Para quem ainda não viveu a experiência, avó é mãe em dose dupla…
Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse em minha vida desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar… Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu: quando menos esperava, ela decidiu morrer. Assim, sem mais, nem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião para despedida.
Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães são para sempre. Ao contrário do que sempre imaginei, são elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica relegado para o etéreo terreno da saudade…
"Escrevi essa crônica em 11 de março de 2008, um dia após a morte de Ignês Pelegi de Abreu, minha mãe. Naquela época eu não tive condições de ler o texto no ar, no que fui socorrido pelo meu amigo Irineu Toledo. Hoje, um ano após sua morte, repito essa crônica em homenagem não só a ela, como a todas as mães que habitam o céu."

Recebi via e-mail. Parabéns a todas as Mães!

Tricotando a vida

"A vida é como um tricô.Deus te dá a lã e as agulhasE te diz: Tricota o melhor que puder, um ponto de cada vez,Cada ponto é um dia na agulha do tempo.Depois de 12 carreiras de 30 ou 31 pontos,Terás 365 pontos,Em dez anos, cerca de 3650 pontos...Alguns são pelo direito, outros pelo avesso;;;Há pontos que se perdem...Mas que podemos recuperar...A lã que o bom Deus nos dáPara tricotar nossa existênciaÉ de todas as cores:Rosa como nossas alegrias, negra como nossos sofrimentos,Cinza como nossas dúvidas, verde como nossas esperanças,Vermelha como nossos amores, azul como nossos desejos,Branca como a fé que temos nele.Quantos pontos caberão no tricô de tua vida?Só Deus é quem sabe!
“Gastronomia é a arte de usar a comida para criar felicidade”
Krafft-EbbingMargarida Nogueira**

Adoro Cachorro!

Aos nossos filhos: aqueles a quem muito amamos

A filha dizia à Mãe como tudo ia errado. Ela não se saíra bem na prova de Matemática, ...O namorado resolveu terminar com ela e a sua melhor amiga estava de mudança para outra cidade.Em horas de amargura, a mãe sabia que poderia agradar a filha preparando-lhe um bolo. Naquele momento não foi diferente. Abraçou a filha e levou-a à cozinha, conseguindo arrancar da moça um sorriso sincero.Logo que a mãe separou os utensílios e ingredientes que usaria e os colocou na mesa, perguntou à filha:- Querida, quer um pedaço de bolo?- Mas já, mamãe? É claro que quero. Seus bolos são deliciosos...-Então está bem, respondeu a mãe. Tome um pouco desse óleo de cozinha!Assustada, a moça respondeu:- Credo, mãe! Que tal então comer uns ovos crus, filha?- Que nojo, Mãe!- Quer então um pouquinho de Farinha de Trigo ou Bicarbonato de Sódio?- Mãe, isso não presta! A Mãe então respondeu:- É verdade, todas essas coisas parecem ruins sozinhas, mas quando as colocamos juntas, na medida certa...Elas fazem um bolo delicioso!Deus trabalha do mesmo jeito. Às vezes a gente se pergunta por que Ele quis que nós passássemos por momentos difíceis, mas Deus sabeque quando Ele põe todas essas coisas na ordem exata, elas sempre nos farão bem.A gente só precisa confiar n'Ele e todas essas coisas ruins se tornarão algo fantástico! Deus é louco por você. Ele te manda flores em todas asPrimaveras...O nascer o Sol todas as manhãs...E sempre que você quiser conversar, Ele vai te ouvir!Ele pode viver em qualquer lugar do universo, e Ele escolheu o seu coração!
Encontrei aqui: http://sintonia106fm.blogspot.com/2008/03/lio-de-perseverana.html