segunda-feira, 9 de julho de 2012

Quero ser igual a ela!

Essa semana, finalmente pude comprar uma das obras da mulher que reinventou a comida, sendo ela uma das fundadoras do movimento slow food, que apregoa a comida em ritmo mais natural e caseiro. Então esse artigo ilustra bem o perfil dessa grande chef que teve coragem para divulgar e lutar por uma comida mais selecionada, sem deixar a simplicidade.

Roma, 25 de maio (EFE).- A carta que Alice Waters escreveu ao presidente dos Estados Unidos, Barack Obama, para fomentar a "educação do paladar" é apenas mais um capítulo da saga que essa chef, dona de uma das melhores cozinhas da Califórnia, empreendeu há décadas para cultivar a paixão pela comida.


"Disse a ele que plantar uma horta e ensinar o país a se preocupar com a agricultura, biodiversidade e saúde das pessoas seria uma mensagem magnífica por parte da Casa Branca", explica Waters em entrevista à Agência Efe, em Roma, onde participou da Semana da Biodiversidade.

Como consequência ou não daquela carta, a primeira-dama americana, Michelle Obama, decidiu plantar uma horta ecológica com a ajuda de estudantes, uma atividade que, segundo Waters, significou o ressurgimento de um modelo de agricultura para o qual, "aa obra da fundadoté então, o país não estava preparado".
Quase 15 anos atrás, em 1995, Waters ousou pela primeira vez enviar uma mensagem a Washington, com uma carta dirigida ao então presidente Bill Clinton, na qual escreveu: "Ajude-nos a alimentar nossas crianças e devolva-as à mesa, que é onde se reúnem nossos mais humanos valores".


"Ajude-nos a criar uma demanda para a agricultura sustentável, pois é a chave para sustentar a vida de todos. Fale sobre isso, promova o assunto nos programas escolares", acrescentava Waters. O projeto podia até parecer uma ilusão nos Estados Unidos, país que, junto à China, lidera os índices de poluição e "onde as raízes dos alimentos não são tão fortes como em outros países", ressalta Waters. Além disso, uma em cada três crianças americanas sofre excesso de peso e uma em cada seis é obesa.

Mas, em 1996, Waters decidiu plantar um jardim de hortaliças em uma escola da Califórnia, em seu programa "The Edible Schoolyard", que envolve as crianças em todo o ciclo de produção de alimentos, desde a horticultura até a preparação final dos pratos.
"É preciso uma reviravolta no sistema gastronômico atual", destaca Waters, de 66 anos, amante da cozinha mediterrânea e indiana. Ela é considerada uma das chefs mais influentes dos Estados Unidos e a principal responsável pelas delícias do "Chez Panisse", o restaurante mais famoso da cidade californiana de Berkeley.
Waters é também autora de oito livros sobre culinária e vice-presidente da Slow Food International, uma organização sem fins lucrativos fundada Itália para promover a tradição culinária local e da qual fazem parte 130 países.
Ela se declara otimista e se empenha em transmitir, entre os ritmos vertiginosos da sociedade global, que "a comida é algo precioso" e que, tendo os ingredientes necessários, "cozinhar é um processo rápido".


"Temos de saber o que podemos plantar, onde vivemos e fazer com que a biodiversidade nutra a gastronomia. Temos de prestar atenção ao que compramos e nos dar conta do prazer que é conectar-se com as pessoas que produzem nossa comida", sustenta essa 'guru' das delícias que, assegura, "nunca" cozinha somente para ela.
Talvez nesse pequeno detalhe se resuma sua ideia de gastronomia, concebida como uma atividade cultural e social na qual "o trabalho não deve recair em uma só pessoa". Sua particular definição de biodiversidade tem como base "se alimentar de comida deliciosa cuidando da agricultura e das futuras gerações".


"Acho que é necessária uma definição internacional de alimentos e que as pessoas tem de comer alimentos reais, não fictícios", argumenta Waters.
Faz tempo que essa filosofia entrou totalmente na Casa Branca, cuja cozinha está nas mãos de Sam Kaas, um jovem chef de 29 anos que faz parte do clã de Alice Waters e que, além de moldar os hábitos culinários dos Obama, é um de seus assessores em políticas de nutrição.
Foto: Agência EFE


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Eco vilas um conceito atual

Quanta maldade!

Mães - Anjos de Deus!


Mães Morrem Quando Querem
Por Alexandre Pelegi

Eu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez. Eu não a queria junto a mim quando chegasse à escola em meu 1º dia de aula. Eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer. Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá, pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.
Quando fiz 14 anos eu a matei novamente. Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis. Mas logo no primeiro porre eu felizmente a descobri rediviva – foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai.
Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para ressurreição. Entrara na faculdade, iria morar em república, faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese. Ledo engano: quando me descobri confuso sobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço possível de guarida e compreensão.
Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão… Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem. Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho "mãe" se transformara num espécime ainda mais vigoroso chamado "avó". Para quem ainda não viveu a experiência, avó é mãe em dose dupla…
Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse em minha vida desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar… Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu: quando menos esperava, ela decidiu morrer. Assim, sem mais, nem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião para despedida.
Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães são para sempre. Ao contrário do que sempre imaginei, são elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica relegado para o etéreo terreno da saudade…
"Escrevi essa crônica em 11 de março de 2008, um dia após a morte de Ignês Pelegi de Abreu, minha mãe. Naquela época eu não tive condições de ler o texto no ar, no que fui socorrido pelo meu amigo Irineu Toledo. Hoje, um ano após sua morte, repito essa crônica em homenagem não só a ela, como a todas as mães que habitam o céu."

Recebi via e-mail. Parabéns a todas as Mães!

Me apaixonei por ecologia...

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Tricotando a vida

"A vida é como um tricô.Deus te dá a lã e as agulhasE te diz: Tricota o melhor que puder, um ponto de cada vez,Cada ponto é um dia na agulha do tempo.Depois de 12 carreiras de 30 ou 31 pontos,Terás 365 pontos,Em dez anos, cerca de 3650 pontos...Alguns são pelo direito, outros pelo avesso;;;Há pontos que se perdem...Mas que podemos recuperar...A lã que o bom Deus nos dáPara tricotar nossa existênciaÉ de todas as cores:Rosa como nossas alegrias, negra como nossos sofrimentos,Cinza como nossas dúvidas, verde como nossas esperanças,Vermelha como nossos amores, azul como nossos desejos,Branca como a fé que temos nele.Quantos pontos caberão no tricô de tua vida?Só Deus é quem sabe!
“Gastronomia é a arte de usar a comida para criar felicidade”
Krafft-EbbingMargarida Nogueira**

Adoro Cachorro!

Aos nossos filhos: aqueles a quem muito amamos

A filha dizia à Mãe como tudo ia errado. Ela não se saíra bem na prova de Matemática, ...O namorado resolveu terminar com ela e a sua melhor amiga estava de mudança para outra cidade.Em horas de amargura, a mãe sabia que poderia agradar a filha preparando-lhe um bolo. Naquele momento não foi diferente. Abraçou a filha e levou-a à cozinha, conseguindo arrancar da moça um sorriso sincero.Logo que a mãe separou os utensílios e ingredientes que usaria e os colocou na mesa, perguntou à filha:- Querida, quer um pedaço de bolo?- Mas já, mamãe? É claro que quero. Seus bolos são deliciosos...-Então está bem, respondeu a mãe. Tome um pouco desse óleo de cozinha!Assustada, a moça respondeu:- Credo, mãe! Que tal então comer uns ovos crus, filha?- Que nojo, Mãe!- Quer então um pouquinho de Farinha de Trigo ou Bicarbonato de Sódio?- Mãe, isso não presta! A Mãe então respondeu:- É verdade, todas essas coisas parecem ruins sozinhas, mas quando as colocamos juntas, na medida certa...Elas fazem um bolo delicioso!Deus trabalha do mesmo jeito. Às vezes a gente se pergunta por que Ele quis que nós passássemos por momentos difíceis, mas Deus sabeque quando Ele põe todas essas coisas na ordem exata, elas sempre nos farão bem.A gente só precisa confiar n'Ele e todas essas coisas ruins se tornarão algo fantástico! Deus é louco por você. Ele te manda flores em todas asPrimaveras...O nascer o Sol todas as manhãs...E sempre que você quiser conversar, Ele vai te ouvir!Ele pode viver em qualquer lugar do universo, e Ele escolheu o seu coração!
Encontrei aqui: http://sintonia106fm.blogspot.com/2008/03/lio-de-perseverana.html