sexta-feira, 5 de julho de 2013
quarta-feira, 10 de abril de 2013
A MEGA INDUSTRIA LEITEIRA
O text abaixo descreve uma cruel realidade e faz parte do acervo www.slowfoodbrasil.com
Como estamos em plena campanha em favor dos queijos de leite cru, e quem fala de queijo fala de leite, achei apropriado traduzir esse artigo de autoria de Jim Wickens, publicado pelo periódico francês Courrier International em 2010 (http://www.courrierinternational.com/article/2010/12/02/triste-comme-une-vache-dans-une-usine-laitiere) a partir de um original do The Ecologist. O texto, que critica a mega indústria leiteira norte americana, toca num conflito maior que opõe alimento industrializado versus alimento artesanal. Vamos a ele:
Longe das luzes brilhantes e dos grandes circuitos turísticos que a Califórnia geralmente evoca, as colossais tetas da indústria leiteira norte-americana se concentram no Central Valley, vasta planície árida e pouco frequentada se estendendo da Serra Nevada até a costa californiana.
Trata-se do celeiro dos Estados Unidos, onde quantidades enormes de amêndoas, uvas e trigo são arrancados da planície morna numa extensão a se perder de vista. É igualmente aí que se encontram as maiores usinas leiteiras do planeta. Existe nesses lugares uma tal concentração de usinas de leite que o condado de Tulare conta, só ele, com 900.000 vacas produzindo cada ano mais de 1 bilhão de dólares de leite. Entretanto, assim como mostra a pesquisa conduzida pelo The Ecologist em colaboração com a World Society for the Protection of Animals, Central Valley se tornou igualmente o teatro de uma guerra silenciosa opondo pequenos produtores e militantes às grandes multinacionais que se instalaram na região.
Para os não iniciados, a descoberta de uma exploração leiteira gigante é um espetáculo impactante mostrando vastos estábulos abertos, montanhas de silagem, verdadeiras piscinas contendo milhões de litros de esterco e centenas de milhares de vacas resignadas. Após ter obtido uma autorização da parte de empregados indiferentes, nós partimos à descoberta desse universo ciclópico, mais próximo de uma usina e do trabalho em série que de uma fazenda. Ali se vêem filas de vacas titubeando sob o peso de suas tetas inchadas antes de entrar nas salas de ordenha automatizadas. É um ciclo ininterrupto e cotidiano que só para quando as vacas começam a produzir menos. Elas são então de novo inseminadas ou enviadas ao abatedouro; esgotadas e eliminadas depois de apenas alguns anos de vida na usina. As vacas das mega-fazendas leiteitas norte-americanas nunca verão um tufo de capim em toda a sua existência. Seu único momento de pausa, elas o passam embaixo dos abrigos poeirentos onde esperam pacientemente entre uma e outra ordenhas.
As vacas Holstein são a raça preferida das mega-fazendas leiteiras, sua carcaça alta contrasta vivamente com as enormes tetas cheias de veias que se balançam sob a barriga. Seu leite é de qualidade menor que o de outras raças e contém muito pus, mas esses animais de criação compensam esse defeito de qualidade pela quantidade: submetidas a três ordenhas por dia e bem cevadas de hormônios de crescimento e de antibióticos para lutar contra freqüentes infecções, as vacas dobraram sua produção de leite em apenas quatro anos.

Essas fazendas gigantes fazem igualmente planar uma ameaça invisível sobre Central Valley onde se acumulam desde então grandes quantidades de gás produzindo uma neblina espessa e uma forte poluição atmosférica. De acordo com o American Lang Association (Associação Americana do Pulmão), a poluição gerada pela agricultura industrial “representa sérios riscos sanitários para as pessoas mais frágeis. As crianças, os adolescentes, os idosos, os que sofrem de asma, doenças pulmonares ou cardíacas crônicas, são os mais vulneráveis”. Não é por acaso que regiões agrícolas como Tulare ou Bakersfield mostram uma das taxas de ozônio e de finas partículas na atmosfera das mais elevadas dos Estados Unidos, ultrapassando às vezes a de uma cidade bastante poluída como Los Angeles, mais ao sul.
Albert Strauss, responsável por uma leiteria orgânica próspera, está na origem de um sistema alternativo visando criar uma corrente de produção leiteira mais ecológica na California. “Nós perdemos 55 leiterias por ano e, no decorrer dos últimos quarenta anos, o número de unidades diminuiu de 120 a 23 apenas no nosso distrito. É no mínimo grave. As fazendas gigantes se afastam cada vez mais da agricultura responsável e podem fazê-lo porque estão em posição dominante: elas representam as principais estruturas agrícolas dos Estados-Unidos. E quando a essência da produção de leite é controlada por gigantes, eles têm muito mais poder político”.
Buscando uma realidade completamente contrastante à acima descrita, me juntei em 2011 a um grupo do convivium Rio de Janeiro numa viagem de “exploração e reconhecimento” dos queijos artesanais de leite cru das Serras da Canastra e Salitre, em Minas Gerais. A região reúne milhares de pequenos produtores sobrevivendo graças a essa atividade aprendida com seus ancestrais, alguns poucos dentre eles, mais estruturados, vêm tentando se adaptar às exigências “higienistas” da legislação. O texto acima me fez pensar no contraste com Janio, o primeiro produtor que visitamos em sua pequena propriedade.

Assistindo à ordenha no estábulo de terra batida, mas que dava uma incrível impressão de ordem e limpeza, vimos o produtor chamar cada uma de suas vacas pelo nome; obedientes, vinham até ele acompanhadas de seu bezerrinho (que, vindo de um outro cercado, também atendia ao chamado do nome da mãe), se deixavam ordenhar e saíam para dar lugar à próxima.
Depois
da ordenha, a esposa do produtor cuidava da fabricação dos queijos de
forma totalmente artesanal, essa divisão do trabalho familiar sendo
repetida duas vezes por dia, todos os dias. Assim como a grande maioria
dos produtores desta região, a casa onde são feitos o queijo é bastante
simples, num padrão não reconhecido pela legislação sanitária, mas tudo
muito asseado.
O soro que sobra da fabricação do queijo é utilizado para alimentação de galinhas e porcos. As galinhas e porcos da região são lindos e saudáveis, quase todos de raças caipiras quase em extinção em outros locais. Os ovos caipiras que provamos são deliciosos, assim como a carne de porco conservada na própria banha. O esterco das vacas é utilizado para adubar a horta e as lavouras próximas à casa, num circuito onde tudo se aproveita e a natureza não é poluída.

Após a viagem, organizamos no Rio de Janeiro um evento de apresentação dela, que incluía a degustação de cerca de nove queijos que trouxemos de diversos produtores artesanais das duas regiões. O queijo da família do Janio foi considerado o melhor pelos cerca de 40 participantes: com a cura, tinha adquirido um sabor complexo e agradável como os demais, mas apresentava algo a mais. Perto deles, os três queijos industrializados que servimos a título de comparação revelaram sua total falta de sabor e de textura. Coincidência?
A conclusão dessa história volta ao título do artigo traduzido acima: triste como uma vaca numa usina de leite é também o sabor de um queijo industrializado...
Triste também é pensar que são os gigantes da produção de leite, como os descritos pelo mesmo artigo, que acabam definindo o teor da legislação sanitária em vigor. Esta condena os pequenos produtores artesanais à informalidade, ameaça a manutenção das práticas tradicionais de fabricação do queijo e impede os consumidores, principalmente dos grandes centros, de terem acesso aos queijos artesanais.
Denise Gonçalves é membro do Grupo de Trabalho sobre os Queijos Artesanais do Slow Food Brasil
Como estamos em plena campanha em favor dos queijos de leite cru, e quem fala de queijo fala de leite, achei apropriado traduzir esse artigo de autoria de Jim Wickens, publicado pelo periódico francês Courrier International em 2010 (http://www.courrierinternational.com/article/2010/12/02/triste-comme-une-vache-dans-une-usine-laitiere) a partir de um original do The Ecologist. O texto, que critica a mega indústria leiteira norte americana, toca num conflito maior que opõe alimento industrializado versus alimento artesanal. Vamos a ele:
Longe das luzes brilhantes e dos grandes circuitos turísticos que a Califórnia geralmente evoca, as colossais tetas da indústria leiteira norte-americana se concentram no Central Valley, vasta planície árida e pouco frequentada se estendendo da Serra Nevada até a costa californiana.
Trata-se do celeiro dos Estados Unidos, onde quantidades enormes de amêndoas, uvas e trigo são arrancados da planície morna numa extensão a se perder de vista. É igualmente aí que se encontram as maiores usinas leiteiras do planeta. Existe nesses lugares uma tal concentração de usinas de leite que o condado de Tulare conta, só ele, com 900.000 vacas produzindo cada ano mais de 1 bilhão de dólares de leite. Entretanto, assim como mostra a pesquisa conduzida pelo The Ecologist em colaboração com a World Society for the Protection of Animals, Central Valley se tornou igualmente o teatro de uma guerra silenciosa opondo pequenos produtores e militantes às grandes multinacionais que se instalaram na região.
Para os não iniciados, a descoberta de uma exploração leiteira gigante é um espetáculo impactante mostrando vastos estábulos abertos, montanhas de silagem, verdadeiras piscinas contendo milhões de litros de esterco e centenas de milhares de vacas resignadas. Após ter obtido uma autorização da parte de empregados indiferentes, nós partimos à descoberta desse universo ciclópico, mais próximo de uma usina e do trabalho em série que de uma fazenda. Ali se vêem filas de vacas titubeando sob o peso de suas tetas inchadas antes de entrar nas salas de ordenha automatizadas. É um ciclo ininterrupto e cotidiano que só para quando as vacas começam a produzir menos. Elas são então de novo inseminadas ou enviadas ao abatedouro; esgotadas e eliminadas depois de apenas alguns anos de vida na usina. As vacas das mega-fazendas leiteitas norte-americanas nunca verão um tufo de capim em toda a sua existência. Seu único momento de pausa, elas o passam embaixo dos abrigos poeirentos onde esperam pacientemente entre uma e outra ordenhas.
As vacas Holstein são a raça preferida das mega-fazendas leiteiras, sua carcaça alta contrasta vivamente com as enormes tetas cheias de veias que se balançam sob a barriga. Seu leite é de qualidade menor que o de outras raças e contém muito pus, mas esses animais de criação compensam esse defeito de qualidade pela quantidade: submetidas a três ordenhas por dia e bem cevadas de hormônios de crescimento e de antibióticos para lutar contra freqüentes infecções, as vacas dobraram sua produção de leite em apenas quatro anos.
Essas fazendas gigantes fazem igualmente planar uma ameaça invisível sobre Central Valley onde se acumulam desde então grandes quantidades de gás produzindo uma neblina espessa e uma forte poluição atmosférica. De acordo com o American Lang Association (Associação Americana do Pulmão), a poluição gerada pela agricultura industrial “representa sérios riscos sanitários para as pessoas mais frágeis. As crianças, os adolescentes, os idosos, os que sofrem de asma, doenças pulmonares ou cardíacas crônicas, são os mais vulneráveis”. Não é por acaso que regiões agrícolas como Tulare ou Bakersfield mostram uma das taxas de ozônio e de finas partículas na atmosfera das mais elevadas dos Estados Unidos, ultrapassando às vezes a de uma cidade bastante poluída como Los Angeles, mais ao sul.
Albert Strauss, responsável por uma leiteria orgânica próspera, está na origem de um sistema alternativo visando criar uma corrente de produção leiteira mais ecológica na California. “Nós perdemos 55 leiterias por ano e, no decorrer dos últimos quarenta anos, o número de unidades diminuiu de 120 a 23 apenas no nosso distrito. É no mínimo grave. As fazendas gigantes se afastam cada vez mais da agricultura responsável e podem fazê-lo porque estão em posição dominante: elas representam as principais estruturas agrícolas dos Estados-Unidos. E quando a essência da produção de leite é controlada por gigantes, eles têm muito mais poder político”.
Buscando uma realidade completamente contrastante à acima descrita, me juntei em 2011 a um grupo do convivium Rio de Janeiro numa viagem de “exploração e reconhecimento” dos queijos artesanais de leite cru das Serras da Canastra e Salitre, em Minas Gerais. A região reúne milhares de pequenos produtores sobrevivendo graças a essa atividade aprendida com seus ancestrais, alguns poucos dentre eles, mais estruturados, vêm tentando se adaptar às exigências “higienistas” da legislação. O texto acima me fez pensar no contraste com Janio, o primeiro produtor que visitamos em sua pequena propriedade.
Assistindo à ordenha no estábulo de terra batida, mas que dava uma incrível impressão de ordem e limpeza, vimos o produtor chamar cada uma de suas vacas pelo nome; obedientes, vinham até ele acompanhadas de seu bezerrinho (que, vindo de um outro cercado, também atendia ao chamado do nome da mãe), se deixavam ordenhar e saíam para dar lugar à próxima.
O soro que sobra da fabricação do queijo é utilizado para alimentação de galinhas e porcos. As galinhas e porcos da região são lindos e saudáveis, quase todos de raças caipiras quase em extinção em outros locais. Os ovos caipiras que provamos são deliciosos, assim como a carne de porco conservada na própria banha. O esterco das vacas é utilizado para adubar a horta e as lavouras próximas à casa, num circuito onde tudo se aproveita e a natureza não é poluída.
Após a viagem, organizamos no Rio de Janeiro um evento de apresentação dela, que incluía a degustação de cerca de nove queijos que trouxemos de diversos produtores artesanais das duas regiões. O queijo da família do Janio foi considerado o melhor pelos cerca de 40 participantes: com a cura, tinha adquirido um sabor complexo e agradável como os demais, mas apresentava algo a mais. Perto deles, os três queijos industrializados que servimos a título de comparação revelaram sua total falta de sabor e de textura. Coincidência?
A conclusão dessa história volta ao título do artigo traduzido acima: triste como uma vaca numa usina de leite é também o sabor de um queijo industrializado...
Triste também é pensar que são os gigantes da produção de leite, como os descritos pelo mesmo artigo, que acabam definindo o teor da legislação sanitária em vigor. Esta condena os pequenos produtores artesanais à informalidade, ameaça a manutenção das práticas tradicionais de fabricação do queijo e impede os consumidores, principalmente dos grandes centros, de terem acesso aos queijos artesanais.
Denise Gonçalves é membro do Grupo de Trabalho sobre os Queijos Artesanais do Slow Food Brasil
Veganismo
Depois que me interessei pela maravilhosa arte da cozinha, muita coisa vem mudando, inclusive, meu paladar. Na verdade quando criança eu era bastante seletiva; acostumada com doces, estava constantemente envolvida em comer doce no cafe da manhã, no almoço, lanche e jantar (risos!), por essa simples preferência, eu não comia nada salgado ou, as vezes, quando comia, era até enjoar! Por exemplo: sopa de costela para o jantar! Até 8 dias eu queria essa sopa na mesa para jantar, até que no nono dia, torcia o nariz e ela saia do meu cardápio. Minha mãe não se importava muito, mas meu pai procurava me satisfazer comprando comida fora (as vezes funcionava), mas na grande maioria das vezes, eu não comia nada mesmo. Enfim, depois das filhas, marido, resolvi cozinhar e, passando por papinhas, sobremesas e pratos elaborados, enveredei por "mares nunca dantes navegados", a leitura me levou e fui indo..., até chegar ao slow food e agora pelo vegetarianismo.
Nesse contexto tenho a dizer a vocês que o que mais me incentivou foi a questão dos animais, não poderia mais continuar sendo parte dessa crueldade, inclusive depois que o meu neto me perguntou uma vez: "Vó você diz que ama os animais, então por que você come peixe?" Fiquei triste com a verdade que ele me apontou. Minha filha mais nova será minha companheira nessa jornada e de vez em quando, vamos postar receitas para que voc~e que visita este cantinho, possa conhecer como são gostosas e como podemos ser saudáveis sem atrocidades.
Hoje teremos torta salgada que encontrei no www.guiaveg.com.br, visitem lé tem muitas informações.
Unte uma assadeira grande com óleo e farinha e despeje a metade da massa, depois espalhe o recheio por toda a forma, regue um pouco de azeite por cima e termine cobrindo o recheio com o restante da massa. Se quiser, pode salpicar gergelim por cima e pincelar shoyu e azeite por cima (Nessa receita da foto eu não pincelei e ficou bem clara a massa, portanto fica a dica).
Asse em forno pré-aquecido, 180ºC, por 40 a 50 minutos. (www.guiaverg.com.br)
Nesse contexto tenho a dizer a vocês que o que mais me incentivou foi a questão dos animais, não poderia mais continuar sendo parte dessa crueldade, inclusive depois que o meu neto me perguntou uma vez: "Vó você diz que ama os animais, então por que você come peixe?" Fiquei triste com a verdade que ele me apontou. Minha filha mais nova será minha companheira nessa jornada e de vez em quando, vamos postar receitas para que voc~e que visita este cantinho, possa conhecer como são gostosas e como podemos ser saudáveis sem atrocidades.
Hoje teremos torta salgada que encontrei no www.guiaveg.com.br, visitem lé tem muitas informações.
Ingredientes Massa
4 xícaras de farinha de trigo branca
3 xícaras de água
1/2 xícara de óleo
3 colheres de chá de fermento em pó
1 cubo de caldo de legumes
sal, orégano e pimenta a gosto
4 xícaras de farinha de trigo branca
3 xícaras de água
1/2 xícara de óleo
3 colheres de chá de fermento em pó
1 cubo de caldo de legumes
sal, orégano e pimenta a gosto
Modo de Preparo
Misture todos os ingredientes da massa no copo do liquidificador, reserve.
Misture todos os ingredientes da massa no copo do liquidificador, reserve.
Ingredientes Recheio
1 lata de milho verde
1 lata de ervilha
1 tomate grande picadinho
2 xícaras de brócoli picadinho
2 colheres de sopa de cebola picadinha
azeitonas picadas a gosto
glutadela em cubinhos(pode usar salsicha vegetal) (opcional)
orégano, sal, pimenta e cheiro verde a gosto
Azeite
Modo de Preparo1 lata de milho verde
1 lata de ervilha
1 tomate grande picadinho
2 xícaras de brócoli picadinho
2 colheres de sopa de cebola picadinha
azeitonas picadas a gosto
glutadela em cubinhos(pode usar salsicha vegetal) (opcional)
orégano, sal, pimenta e cheiro verde a gosto
Azeite
Em uma panela, doure a cebola e em
seguida acrescente a glutadela, em seguida o milho e a ervilha e em
seguida os demais ingredientes, refogando-os por poucos minutos.
Desligfue o fogo e deixe-os esfriar.
OBS: Não montar a torta com o recheio quente.
MontagemOBS: Não montar a torta com o recheio quente.
Unte uma assadeira grande com óleo e farinha e despeje a metade da massa, depois espalhe o recheio por toda a forma, regue um pouco de azeite por cima e termine cobrindo o recheio com o restante da massa. Se quiser, pode salpicar gergelim por cima e pincelar shoyu e azeite por cima (Nessa receita da foto eu não pincelei e ficou bem clara a massa, portanto fica a dica).
Asse em forno pré-aquecido, 180ºC, por 40 a 50 minutos. (www.guiaverg.com.br)
sábado, 1 de dezembro de 2012
Dezembro mês da união
ALÔ DEZEMBRO! QUE OS ANJOS DIGAM AMÉM!
Dezembro chegou finalmente! É época de Natal, e para este ano, já planejo boas novas; fazer a minha lista de desejos para 2013 vai ser uma delas. Pretendo encontrar um novo caminho, uma nova motivação. Algo com comida? Talvez...,ainda não parei muito com foco mais forte em alguma coisa. Um curso? Ah! Com certeza! Voltar a dirigir? Claro! Só não quero mais ser covarde! Eu vou apostar todas as fichas em mim mesma, preciso acreditar que posso ser capaz daquilo que mais desejar. Escrever um blog em parceria com outras pessoas? Essa meta é pra logo!Bem vindo mês onde os sonhos se realizam! "Papai Noel", estamos lhe esperando com alegria.Estou a procura de um cardápio delicioso e simples.Aceito sugestões!
terça-feira, 21 de agosto de 2012
Vacinose - Você sabe o que significa?
Ao escrever o post do drpetltda.blogspot.com, encontrei uma ótima motivação para escrever também aqui nesse cantinho. O mesmo assunto serve para os dois: homem e animal, leiam e tirem as suas conclusões!
http://medicinadavida.com.br/wordpress/?p=732
A vacinose é doença ou afecção originada do emprego de vacinas.
Diariamente
atendem-se adultos e idosos que apresentam algum efeito colateral ou
exacerbação de sintomas incipientes ligados ao uso de vacinas.
Geralmente
o idoso com estado gripal fez recente ou tardiamente a vacina da gripe,
num período de 1 a 4 meses da aplicação dela. Acontece que o idoso
portador de doença crônica degenerativa apresenta complexos antígenos
anticorpos específicos das doenças que retornam a atividade pelo
processo vacinal. Não podemos esquecer que a resposta imunológica gripal
na doença é estímulo reacional imunológico, diferente da vacina que não
é uma doença real, e sim, doença modificada artificialmente injetada na
pessoa.
Nenhum
serviço pode exigir que determinada pessoa faça várias vacinas ao mesmo
tempo. Cada vacina é um universo imunológico imenso e cada pessoa vai
reagir conforme a sua unidade imunológica.
Atendi paciente que para entrar num país estranho fez várias vacinas ao mesmo tempo.
Assisti outro paciente apresentando sintomas das vacinas que tinha feito no início da viagem.
Outro
dia atendi paciente cujo serviço exigiu que para trabalhar na área da
saúde tivesse que fazer 4(quatro) vacinas: da gripe, do tétano, da
hepatite e uma polivacinal (triviral), todas ao mesmo tempo. Nos 2 a 3
dias iniciais apresentou intensa dor muscular, cefaléia, coriza, astenia
e exacerbou os sintomas alérgicos que era portador como: rinite,
blefarite com intensa coceira nos olhos, saiu eczema na pele e
irritabilidade. Estes sintomas mais imediatos sumiram. Passou 3 semanas
que tomou as 4 vacinas e todos preocupados no serviço por estar com
coriza, febre e sintomas gripais. Gripe A? Será que o Setor da Saúde
aonde trabalha esqueceu que foram aplicadas 4 vacinas e existem sintomas
imediatos, mais tardios e os ligados a evolução da doença no indivíduo!
Esqueceram? Apresentou febrão, cefaléia, tosse, vômitos, mal estar
geral, astenia, calafrios, secreção nos olhos.
Cada vacina tem um modo de reação e existem sintomas que são diferentes daqueles monovacinal.
Outro
dia foi uma paciente que fez 3 vacinas (febre amarela, tétano,
hepatite), portadora de alergia e urticária, exacerbou esta doença. O
pessoal da repartição preocupado com seus sintomas mandou que
fosse procurar assistência médica. Fez vacinas para viajar para a Região
Amazônica. Como fez vacinas antes da viagem apresentou sintomas
semelhantes a sua alergia, mas não valorizou.Os outros vacinados fizeram
diarréia e mialgia já na viagem.
Nosso
sistema imunológico foi feito para reagir 1 a 1, Isto é, um antígeno a
proteína estranha da vacina, o nosso organismo produz anticorpos
específicos.
A
vacinose é doença inventada pelo homem no uso das vacinas e as pessoas
acham, que estes sintomas quando manifestos são normais. É totalmente
diferente da Homeopatia, que experimenta num Homem São um remédio
diluído e dinamizado sem efeitos colaterais.
A
Homeopatia testa no Homem São uma substância dos diversos Reinos da
Natureza. Dilui e dinamiza a substância desaparecendo a materialidade
dela, só existindo sua energia vibracional. A partir daí, realiza uma
Experimentação no Homem. Estes sintomas são anotados e quando existe
paciente com eles, administra-se este remédio para estimular sua defesa.
A
Homeopatia pode descobrir um remédio único nos surtos epidêmicos de
doenças anotando os sintomas comuns e fazendo um medicamento homeopático
específico para o surto epidêmico como no caso da gripe, dengue,
cólera, etc.
Autor: Mauro Montaury de Souza.
E a gente na ignorância, acorda menina! Abra os olhos! A saúde é o bem mais valioso que temos na vida.
quinta-feira, 19 de julho de 2012
Inflamação - A Depressão pode começar com ela
Estudos recentes têm mostrado que uma inflamação pode estar envolvida na patogénese da depressão.
De fato, algumas pesquisas têm demonstrado que a depressão está
freqüentemente associada com inflamações gastrointestinais e doenças
auto-imunes, bem como com outras doenças em que a inflamação crônica de
baixo grau é um fator que contribui significativamente.
É possível que a depressão possa ser uma manifestação neuropsiquiátrica de uma síndrome inflamatória crónica. E a principal causa dessa inflamação pode ser a disfunção do "eixo do intestino-cérebro".
De acordo com um estudo reproduzido no site Informações Med Verde:
"...
[A] n crescente número de estudos clínicos têm demonstrado que o
tratamento de inflamações gastrointestinais com probióticos, vitaminas
B, D e ácidos graxos ômega 3, através da atenuação estímulo
pró-inflamatório para o cérebro, também pode melhorar os sintomas de
depressão e qualidade de vida. Todos estes achados justificam a
suposição de que o tratamento de inflamações gastrointestinais podem
melhorar a eficácia das modalidades de tratamento atualmente utilizados
de depressão e doenças relacionadas. "
Dr. Mercola A noção de que a inflamação em seu intestino poderia estar ligada aos seus sintomas de depressão pode soar exagerado, mas na verdade faz todo o sentido quando você entende a conexão entre seu cérebro e seu trato digestivo.
Talvez o exemplo mais simples seja aquele um frio na barriga quando você está nervoso, assim, seus pensamentos, o cérebro ou seja, estão enviando sintomas para seu intestino. Mas uma outra rota de conexão é via de baixo grau de inflamação, que é um fator importante que contribui para inúmeras doenças que ocorrem frequentemente ao lado de depressão, e pode, de fato, ser a manifestação de sintomas depressivos seus.
Depressão é o resultado de uma inflamação crônica?
Uma revisão recente indicou vários mecanismos pelos quais a inflamação gastrointestinal pode desempenhar um papel crítico no desenvolvimento de depressão.
Entre eles:
O que isso tudo vem comprovar é que a inflamação crônica em um corpo, perturba o funcionamento normal de muitos organismos vivos, e pode causar estragos em seu cérebro. Mas parece que a inflamação pode ser mais do que apenas mais um fator de risco para depressão; pode de fato ser, o fator de risco que fundamenta todos os outros. Embora essa avaliação refira-se a depressão pós-parto, a resposta inflamatória é a mesma no seu impacto em todas as formas de depressão.
- A depressão é frequentemente encontrada ao lado de inflamações gastrointestinais e doenças auto-imunes, bem como com as doenças cardiovasculares, doenças neurodegenerativas, diabetes tipo 2 e também o cancro, em que a inflamação de baixo grau crónica contribui significativamente. Assim, os pesquisadores sugerem que "a depressão pode ser uma manifestação neuropsiquiátrica de uma síndrome inflamatória crônica."
- A pesquisa sugere que a principal causa da inflamação pode ser disfunção do seu intestino é literalmente o seu segundo cérebro "eixo do intestino-cérebro." - Criado a partir do tecido idêntico ao cérebro durante a gestação - contém grandes quantidades do neurotransmissor serotonina, que está associado com o controle do humor. É importante entender que as bactérias do seu intestino são parte ativa e integrada de seu corpo e, como tal, são fortemente dependentes da sua dieta e vulnerável para ao seu estilo de vida. Se você consumir uma grande quantidade de alimentos processados e bebidas açucaradas, por exemplo, as bactérias do intestino são as mais agredidas vai ser porque os alimentos processados em geral destroem a microflora saudável e também açúcares de todos os tipos alimentam as bactérias ruins e leveduras, bem como promovendo uma sistêmica inflamação.
- Um número crescente de estudos clínicos têm demonstrado que o tratamento da inflamação gastrointestinal com probióticos, vitamina B, vitamina D e ômega-3 gorduras também pode melhorar os sintomas de depressão e qualidade de vida, atenuando estímulo pró-inflamatório para o seu cérebro.
Publicado no Jornal Internacional de Aleitamento Materno , pesquisadores afirmaram:
"O velho paradigma descrito sobre inflamação como simplesmente um dos muitos fatores de risco para a depressão confronta com o novo paradigma que é baseado na pesquisa mais recente, onde a inflamação aumenta física e psicológica com estresse. Estes estudos recentes constituem uma importante mudança no paradigma da depressão:.. Inflamação não é simplesmente um fator de risco, é o fator de risco maior que todos os outros.
Além disso, a inflamação explica por que fatores de risco psicossociais, comportamentais e físicos aumentam o risco de depressão. Isto é verdade para a depressão em geral e para a depressão pós-parto, em particular.
Mulheres no periodo puerperal são especialmente vulneráveis a estes efeitos, porque os seus níveis de citocinas pró-inflamatórias aumentam significativamente durante o último trimestre da gravidez - nesse momento o risco da depressão aumenta. Experiências comuns da nova maternidade, tais como distúrbios do sono, pós-parto dor, e passado ou atual trauma psicológico, atuam como fatores de estresse que fazem níveis de citocinas pró-inflamatórias subirem "
O açúcar é também um fator importante na depressão
Há um grande livro sobre este assunto, Sugar Blues , escrito por William Duffy há mais de 35 anos atrás, que investiga a ligação de açúcar com depressão, muito bem detalhado. O argumento central que Duffy faz no livro é que o açúcar é extremamente prejudicial a saude; é uma droga que vicia e que simplesmente faz diferença negativa na dieta - a eliminação do açúcar, tanto quanto possível pode ter um impacto profundamente benéfico sobre a sua saúde mental. Ele ainda defendeu a eliminação de açúcar da dieta do doente mental, afirmando que poderia ser um tratamento altamente eficaz.
Tornou-se cada vez mais claro que o motivo pelo qual o açúcar é muito prejudicial para sua saúde mental é porque o consumo desse nutriente desencadeia uma cascata de reações químicas em seu corpo que promovem a inflamação crônica. Além disso, o excesso de açúcar e frutose irá distorcer a relaçãodas boas e das más bactérias no seu organismo, o que desempenha um papel fundamental em sua saúde mental . O açucar atua como fertilizante / combustível para bactérias patogênicas, fungos que negativamente inibem as bactérias benéficas no seu intestino.
Por exemplo, pesquisa recente mostrou que os probióticos Lactobacillus rhamnosus foi encontrado para ter um efeito significativo sobre os níveis de GABA em certas regiões do cérebro e baixou a corticosterona hormônio induzido pelo estresse, resultando em redução comportamento de ansiedade e depressão relacionadas . Mas se você consumir uma grande quantidade de alimentos processados e bebidas açucaradas (que são normalmente frutose), as bactérias do intestino provavelmente irão ser severamente comprometidas e assim é a sua saúde mental! Assim, a resposta dietética para o tratamento da depressão é limitar severamente açúcares, especialmente frutose , bem como grãos.
É importante notar que o açúcar também pode levar à liberação excessiva de insulina que pode levar à hipoglicemia, que, por sua vez, faz com que o seu cérebro produza glutamato em níveis capazes ca de usar agitação, depressão, raiva, ansiedade ataques, pânico e um aumento no risco de suicídio .
A medida deve ser radical mesmo! Reduzir a ingestão de açúcar, especialmente a frutose , a menos de 25 gramas por dia será uma das intervenções mais poderosas para lidar com a depressão, bem como combater a inflamação crônica e apoiar bactérias intestinais saudáveis. Consumir mais de 25 gramas por dia de frutose claramente empurram a sua bioquímica cerebral, e sua saúde geral, na direção errada.
Aliviar a inflamação gastrointestinal pode aliviar os seus sintomas depressivos
Discutimos a importância de limitar o açúcar e frutose, que é uma das principais formas para tratar a inflamação gastrointestinal, acima. Você também vai querer ter certeza que seu intestino está regularmente "adubado", com as boas bactérias ou probióticos, que são a fundação de um trato gastrointestinal saudável.
Minhas recomendações para otimizar suas bactérias intestinais são as seguintes:
Os probióticos têm um efeito direto na química do cérebro, transmitindo o humor e o comportamento de regulação de sinais para o cérebro através do nervo vago, que é outra razão pela qual a sua saúde intestinal pode ter uma influência tão profunda sobre a sua saúde mental, e vice-versa. Dois outros fatores importantes para tratar a inflamação gastrointestinal e também ajudar a aliviar a depressão são:
- Os alimentos fermentados são , de longe, a melhor rota para a saúde digestiva ótima, enquanto você come os feitos na forma tradicional. Escolhas saudáveis incluem lassi (uma bebida de iogurte indiano, tradicionalmente apreciado antes do jantar), fermentado cru (sem pausteurização)de animais alimentados com capim-orgânico como kefir , várias fermentações em conserva de repolho, nabo, berinjela, pepino, cebola, abóbora e cenoura, e natto (fermentado de soja). Se você come regularmente alimentos fermentados como estes que, novamente, não foram pasteurizados (pasteurização mata os probióticos naturais), as suas bactérias intestinais saudáveis irão prosperar.
- Suplemento probiótico. Embora eu não seja um dos maiores defensores do uso de suplementos muitos (como eu acredito que a maioria de seus nutrientes devem vir de alimentos), os probióticos são definitivamente uma exceção. Eu usei muitas marcas diferentes ao longo dos últimos 15 anos e há muitos bons lá fora.
- Se você não comer alimentos fermentados, tomar um suplemento probiótico de alta qualidade certamente faz muito sentido, considerando o quão importante eles são para otimizar sua saúde mental.
- Animais à base de gorduras omega-3: Estes não só regulam os processos inflamatórios, mas também influenciam positivamente nos resultados dos transtornos depressivos . Então, se você está lutando com depressão, tendo uma alta qualidade, omega-3 de origem animal ou faz uso de suplemento de gordura como krill petróleo por dia é uma escolha simples e inteligente.
- Vitamina D: A maioria das pessoas não estão cientes de que a deficiência de vitamina D está associada à inflamação e depressão. Um estudo anterior descobriu que pessoas com níveis mais baixos de vitamina D eram 11 vezes mais propensas à depressão do que aquelas que tinham níveis normais, assim, você vai ter certeza de que seus níveis estão na faixa saudável, recebendo a exposição solar adequada ou usar um cama de bronzeamento seguro. Como último recurso, você também pode ter uma alta qualidade suplemento de vitamina D3, mas certifique-se de ter seus níveis monitorados se você escolher esse caminho.
sexta-feira, 13 de julho de 2012
Momento extraordinário

{Este momento} - Um ritual sexta-feira. A única foto - sem palavras - a captura de um momento da minha vida Um simples momento especial e extraordinário. Um momento que eu desejo fazer uma pausa, saborear e lembrar.
Se você estiver inspirado para fazer o mesmo, deixe um link para o seu "momento" nos comentários para que todos possam encontrar e ver.
quinta-feira, 12 de julho de 2012
DASH! - Você sabe do que se trata?
Um
grande estudo oferece a evidência mais forte que a dieta que o governo
recomenda para diminuir a pressão do sangue pode salvar as pessoas de
ataques cardíacos e derrames.
Os pesquisadores acompanharam mais de 88.000 mulheres saudáveis durante quase 25 anos. Eles examinaram as suas escolhas alimentares e anotaram em um estudo, quantas tiveram ataques cardíacos e derrames. Aquelas que se saíram melhor tinham hábitos alimentares semelhantes aos recomendados pelo governo para diminuir a pressão arterial elevada.
O plano, chamado de dieta DASH, favorece frutas, legumes, cereais integrais, leite desnatado e à base de vegetais acima das carnes.
Mulheres com esses hábitos alimentares estavam com 24% menos propensos a ter um ataque cardíaco e com 18 % a menos de probabilidades de ter um derrame do que as que faziam outras dietas
Só para entender melhor:
Os pesquisadores acompanharam mais de 88.000 mulheres saudáveis durante quase 25 anos. Eles examinaram as suas escolhas alimentares e anotaram em um estudo, quantas tiveram ataques cardíacos e derrames. Aquelas que se saíram melhor tinham hábitos alimentares semelhantes aos recomendados pelo governo para diminuir a pressão arterial elevada.
O plano, chamado de dieta DASH, favorece frutas, legumes, cereais integrais, leite desnatado e à base de vegetais acima das carnes.
Mulheres com esses hábitos alimentares estavam com 24% menos propensos a ter um ataque cardíaco e com 18 % a menos de probabilidades de ter um derrame do que as que faziam outras dietas
Só para entender melhor:
Como as mulheres podem se proteger?
- Conheça os seus números. Saber sobre o seu colesterol, triglicérides, glicose, pressão arterial, e que é um peso saudável para você.
Os exames de sangue
Seja seu sangue testado para o colesterol total, LDL, HDL, triglicérides e glicose. O seu médico pode ter testes adicionais que ele ou ela também quer levar. Você deve estar em jejum (sem alimento ou bebidas, excepto água) por 12 - 14 horas antes de seu teste. Suas metas são:
- O colesterol total: inferior a 200. O seu médico pode ter uma meta mais baixa para você, baseado em seus fatores de risco individuais.
- LDL: menos do que 100 é a melhor, menos do que 130 é aceitável. Mais uma vez, o seu médico pode ter uma meta mais baixa para você, especialmente se você tiver diabetes ou já tiveram um ataque cardíaco.
- HDL: maior que 60 é o ideal. Menos de 50 para as mulheres (40 para homens) aumenta o risco de doença cardíaca.
- Os triglicéridos: menos do que 100 é a ideal, e menos de 150 é aceitável.
- Glicose: menos do que 100 é desejável. Se você tem diabetes, seu médico pode ter um destino diferente para si.
- Sua pressão arterial deve ser inferior a 140/90. (O número de topo é a pressão sanguínea sistólica, eo número de baixo é a pressão arterial diastólica). O seu médico pode ter um destino diferente para você, dependendo de outros fatores de risco.
Pressão arterial
- Você gostaria de ser um peso, que tem você em um Índice de Massa Corporal (IMC) na faixa saudável. Para mais informações, consulte peso saudável Se você está no IMC classificado como sobrepeso ou obesidade, que estão em maior risco de desenvolver doenças cardíacas.
- Além disso, medir sua circunferência da cintura. Para as mulheres, uma medida de cintura superior a 35 "(88 cm) ou 40" (102 cm) para os homens, indica que você está em maior risco de desenvolver doenças cardíacas, diabetes e certos tipos de câncer.
Peso
O que você pode fazer para reduzir seus fatores de risco
- Aumente sua atividade física de pelo menos 30 minutos de exercício de intensidade moderada, na maioria dos dias.
- Siga uma dieta saudável, como a dieta DASH , rica em frutas, legumes, laticínios e gordura não-baixo teor de gordura, com quantidades adequadas de nozes / feijão, grãos integrais, gorduras saudáveis para o coração, e alimentos ricos em proteínas, sal limitante, saturado e gorduras trans, alimentos refinados ou processados e açúcares adicionados. Gorduras saudáveis para o coração incluem as gorduras omega-3 e monoinsaturados.
- Limite de álcool a não mais do que um drinque por dia para mulheres (ou 2 drinques por dia para homens).
- Alcançar e manter um peso saudável.
- Gerir a sua diabetes, se diabético.
- Parar de fumar.
- Tome seus medicamentos prescritos.
As praticas dietéticas para parar Hipertensão Arterial, mais conhecida como a dieta DASH, promove a ingestão de alimentos de baixo teor em colesterol e sódio, enfatizando frutas e legumes e minimizando a carne vermelha e gordura. Seguindo a dieta pressão arterial vai para baixo, tanto para pessoas que têm hipertensão como para aquelas com pressão arterial normal - sendo este o resultado da pesquisa. Também reduz o colesterol, de acordo com outras pesquisas. Mas nenhum estudo tinha ido além desses fatores de risco para ver se a dieta fez a diferença na incidência de doenças cardíacas e derrames em pessoas saudáveis, de acordo com Teresa T. Fung da Simmons College e da Escola Harvard de Saúde Pública.
A dieta DASH para a Saúde
A dieta DASH é especialmente recomendado para pessoas com hipertensão (pressão alta) ou pré-hipertensão . O plano de dieta alimentar DASH foi comprovadamente elemento fundamental para reduzir a pressão arterial em estudos patrocinados pelo National Institutes of Health (aproximações dietéticas para parar o Hypertension). Além de ter um baixo teor de sal (ou de sódio ), a dieta DASH proporciona benefícios adicionais por reduzir a pressão sanguínea. É baseado em um plano de alimentação rico em frutas, vegetais e laticínios com pouca gordura ou sem, com grãos inteiros. É uma fibra alta, baixa a moderada dieta de gordura, rico em potasium, magnésio, cálcio. O plano de dieta completa DASH é mostrado abaixo . A dieta DASH é um plano de saúde, concebido para a família inteira . Novas pesquisas continuam a mostrar os benefícios na saúde quando o plano é adicionado.- O plano alimentar DASH provou reduzir a pressão arterial em apenas 14 dias, mesmo sem diminuir a ingestão de sódio. A melhor resposta veio de pessoas cuja pressão arterial foi apenas moderadamente elevada, incluindo aqueles com pré-hipertensão. Para as pessoas com hipertensão mais grave, pode ser que não seja totalmente dispensavel a eliminação da medicação, mas pode ajudar a melhorar a resposta dessa medicação e ajudar a baixar a pressão arterial. A dieta DASH pode ajudar a reduzir o colesterol e com a perda de peso e exercício, deve reduzir a resistência à insulina e afastando o risco de desenvolvimento de diabetes.
É possível encontrar mais informaçãoes sobre O Plano de Acção DASH Diet , que vai oferecer soluções reais para tornar mais fácil para as pessoas seguirem a dieta DASH. Com 28 dias de planos de refeição (com ajustes para vários níveis de calorias), receitas, orientação para perda de peso, como comer em restaurantes, locais de fast food, etc. Esses livros e artigos, mostram como estocar sua cozinha para a dieta DASH e como ler os rótulos dos alimentos para fazer boas escolhas. E, claro, os planos de refeição e as receitas são todas com baixo teor de sódio / sal. O livro mostra como adicionar a vida exercícios que vão ajudar a baixar a pressão arterial. Este livro ajuda você a criar seu próprio pessoal "DASH Diet Plano de Acção".
Nova pesquisa mostra que, após a dieta DASH o risco de acidente vascular cerebral e doença cardíaca será reduzido, bem como pedras nos rins. Os benefícios da dieta DASH também foram observados em adolescentes com hipertensão. A dieta DASH é realmente a para todos.
Especificamente, o plano de dieta DASH inclui :
Tipo de alimento
| Número de porções para 1600 - 3100 calorias dietas | Dose em uma dieta de 2000 calorias |
Grãos e cereais
(Incluem pelo menos 3 alimentos integrais cada dia) |
6-12
|
7-8
|
Frutas
|
4-6
|
4-5
|
Legumes
|
4-6
|
4-5
|
Baixo teor de gordura ou não gordura alimentos lácteos
|
2-4
|
2-3
|
Carnes magras, peixes, aves
|
1,5-2,5
|
2 ou menos
|
Nozes, sementes e legumes
|
3-6 por semana
|
4-5 por semana
|
Gorduras e doces
|
2-4
|
limitado
|
Mesmo que a maioria das pessoas saiba que esta parece ser uma maneira muito saudável de se alimentar, pode, a primeira vista, achar que é difícil de implementar e manter. O americano médio recebe 2 - 3 porções de frutas e vegetais combinados a cada dia, para seguir a dieta DASH deve fazer um esforço concentrado. O livro torna mais fácil. Ele ajuda você com as mudanças de estilo de vida simples e estratégias para criar novos hábitos que ficarão incorporados por toda a sua vida. Embora a perda de peso não fizesse parte da pesquisa original da dieta DASH, o livro fornece orientações e planos para adaptar a dieta DASH para uma perda de peso bem sucedida. Muitas mulheres precisam seguir uma dieta de baixa caloria, a fim de perder peso, por isso, a diata DASH utiliza 1200 de calorias. Embora este livro não se destine a ser um programa de perda de peso agressivo, muitos dos nossos leitores relataram 10-35 a perda de pesoem libra em poucos meses. O design dos planos de refeição no livro são baseadas em pesquisas mais recentes sobre como fazer refeições satisfatórias, ajudando a evitar a fome entre as refeições. Essa é uma característica-chave da alta fibra, baixa densidade calórica, refeições balanceadas, com porções adequadas. | ||
Verifique no Google.com mais informações sobre a dieta DASH. | ||
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Eco vilas um conceito atual
Alimentação saudável: fique atenta aos hábitos que você passa aos seus filhos
Quanta maldade!
Mães - Anjos de Deus!
Mães Morrem Quando Querem
Por Alexandre Pelegi
Eu tinha 7 anos quando matei minha mãe pela primeira vez. Eu não a queria junto a mim quando chegasse à escola em meu 1º dia de aula. Eu me achava forte o suficiente para enfrentar os desafios que a nova vida iria me trazer. Poucas semanas depois descobri aliviado que ela ainda estava lá, pronta para me defender não somente daqueles garotos brutamontes que me ameaçavam, como das dificuldades intransponíveis da tabuada.
Quando fiz 14 anos eu a matei novamente. Não a queria me impondo regras ou limites, nem que me impedisse de viver a plenitude dos vôos juvenis. Mas logo no primeiro porre eu felizmente a descobri rediviva – foi quando ela não só me curou da ressaca, como impediu que eu levasse uma vergonhosa surra de meu pai.
Aos 18 anos achei que mataria minha mãe definitivamente, sem chances para ressurreição. Entrara na faculdade, iria morar em república, faria política estudantil, atividades em que a presença materna não cabia em nenhuma hipótese. Ledo engano: quando me descobri confuso sobre qual rumo seguir voltei à casa materna, único espaço possível de guarida e compreensão.
Aos 23 anos me dei conta de que a morte materna era possível, apenas requeria lentidão… Foi quando me casei, finquei bandeira de independência e segui viagem. Mas bastou nascer a primeira filha para descobrir que o bicho "mãe" se transformara num espécime ainda mais vigoroso chamado "avó". Para quem ainda não viveu a experiência, avó é mãe em dose dupla…
Apesar de tudo continuei acreditando na tese da morte lenta e demorada, e aos poucos fui me sentindo mais distante e autônomo, mesmo que a intervalos regulares ela reaparecesse em minha vida desempenhando papéis importantes e únicos, papéis que somente ela poderia protagonizar… Mas o final dessa história, ao contrário do que eu sempre imaginei, foi ela quem definiu: quando menos esperava, ela decidiu morrer. Assim, sem mais, nem menos, sem pedir licença ou permissão, sem data marcada ou ocasião para despedida.
Ela simplesmente se foi, deixando a lição que mães são para sempre. Ao contrário do que sempre imaginei, são elas que decidem o quanto esta eternidade pode durar em vida, e o quanto fica relegado para o etéreo terreno da saudade…
"Escrevi essa crônica em 11 de março de 2008, um dia após a morte de Ignês Pelegi de Abreu, minha mãe. Naquela época eu não tive condições de ler o texto no ar, no que fui socorrido pelo meu amigo Irineu Toledo. Hoje, um ano após sua morte, repito essa crônica em homenagem não só a ela, como a todas as mães que habitam o céu."
Recebi via e-mail. Parabéns a todas as Mães!
Tricotando a vida
"A vida é como um tricô.Deus te dá a lã e as agulhasE te diz: Tricota o melhor que puder, um ponto de cada vez,Cada ponto é um dia na agulha do tempo.Depois de 12 carreiras de 30 ou 31 pontos,Terás 365 pontos,Em dez anos, cerca de 3650 pontos...Alguns são pelo direito, outros pelo avesso;;;Há pontos que se perdem...Mas que podemos recuperar...A lã que o bom Deus nos dáPara tricotar nossa existênciaÉ de todas as cores:Rosa como nossas alegrias, negra como nossos sofrimentos,Cinza como nossas dúvidas, verde como nossas esperanças,Vermelha como nossos amores, azul como nossos desejos,Branca como a fé que temos nele.Quantos pontos caberão no tricô de tua vida?Só Deus é quem sabe!
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A filha dizia à Mãe como tudo ia errado. Ela não se saíra bem na prova de Matemática, ...O namorado resolveu terminar com ela e a sua melhor amiga estava de mudança para outra cidade.Em horas de amargura, a mãe sabia que poderia agradar a filha preparando-lhe um bolo. Naquele momento não foi diferente. Abraçou a filha e levou-a à cozinha, conseguindo arrancar da moça um sorriso sincero.Logo que a mãe separou os utensílios e ingredientes que usaria e os colocou na mesa, perguntou à filha:- Querida, quer um pedaço de bolo?- Mas já, mamãe? É claro que quero. Seus bolos são deliciosos...-Então está bem, respondeu a mãe. Tome um pouco desse óleo de cozinha!Assustada, a moça respondeu:- Credo, mãe! Que tal então comer uns ovos crus, filha?- Que nojo, Mãe!- Quer então um pouquinho de Farinha de Trigo ou Bicarbonato de Sódio?- Mãe, isso não presta! A Mãe então respondeu:- É verdade, todas essas coisas parecem ruins sozinhas, mas quando as colocamos juntas, na medida certa...Elas fazem um bolo delicioso!Deus trabalha do mesmo jeito. Às vezes a gente se pergunta por que Ele quis que nós passássemos por momentos difíceis, mas Deus sabeque quando Ele põe todas essas coisas na ordem exata, elas sempre nos farão bem.A gente só precisa confiar n'Ele e todas essas coisas ruins se tornarão algo fantástico! Deus é louco por você. Ele te manda flores em todas asPrimaveras...O nascer o Sol todas as manhãs...E sempre que você quiser conversar, Ele vai te ouvir!Ele pode viver em qualquer lugar do universo, e Ele escolheu o seu coração!
Encontrei aqui: http://sintonia106fm.blogspot.com/2008/03/lio-de-perseverana.html
Encontrei aqui: http://sintonia106fm.blogspot.com/2008/03/lio-de-perseverana.html




